Após as contas públicas serem analisadas pela nova equipe econômica do Governo de Michel Temer, nesta terça-feira (24), serão anunciadas novas medidas para controlar as despesas do governo e, principalmente para que a economia do país volte a crescer.
Segundo o G1, o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, garantiu na manhã desta segunda-feira (23), que todas as propostas discutidas estão passando pelo campo administrativo e legistativo.
“Nós estaremos trabalhando de hoje para amanhã. Serão longas 24 horas. Gostaria de dizer que a ideia é um plano de voo, de direção, com medidas que tenham efeitos plurianuais e que tenham impactos permanentes, que não estejam só focadas no resultado desse ano, do próximo. Devemos dar uma linha de ação que, em sendo aprovada pelo Congresso, tenhamos uma grande segurança por parte da sociedade, dos analistas, dos bancos, de todos” afirmou Meirelles.
Dívida
O Governo Temer aumentou a previsão de rombo das contas públicas deste ano para 77%. De acordo com o Estadão, o valor é equivalente a 2,75% do Produto Interno Bruto (PIB) e mostra que o ajuste fiscal deverá ser mais lento.
Segundo o G1, o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, garantiu na manhã desta segunda-feira (23), que todas as propostas discutidas estão passando pelo campo administrativo e legistativo.
Imagem: Divulgação
Meirelles irá anunciar novas medidas nesta terça-feira (24)
Meirelles irá anunciar novas medidas nesta terça-feira (24)“Nós estaremos trabalhando de hoje para amanhã. Serão longas 24 horas. Gostaria de dizer que a ideia é um plano de voo, de direção, com medidas que tenham efeitos plurianuais e que tenham impactos permanentes, que não estejam só focadas no resultado desse ano, do próximo. Devemos dar uma linha de ação que, em sendo aprovada pelo Congresso, tenhamos uma grande segurança por parte da sociedade, dos analistas, dos bancos, de todos” afirmou Meirelles.
Dívida
O Governo Temer aumentou a previsão de rombo das contas públicas deste ano para 77%. De acordo com o Estadão, o valor é equivalente a 2,75% do Produto Interno Bruto (PIB) e mostra que o ajuste fiscal deverá ser mais lento.
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