Nesta segunda-feira (11), de acordo com dados divulgados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), os brasileiros com idade entre 30 a 39 anos atrasam o pagamento das contas.
A pesquisa revela que 50,19% da população nesta faixa etária terminou o último semestre com o nome em alguma lista de devedores, chegando a um valor de 17,0 milhões de inadimplentes em número absoluto.
A pesquisa ainda mostra que as pessoas com idade de 25 a 29 anos também chama atenção. Cerca 48,58% das pessoas dessa faixa etária está negativada, representando 8,3 milhões de consumidores.
Segundo o G1, os jovens com idade de 18 a 24 anos, a proporção cai para 22,14%, em número absoluto, são 5,29 milhões de inadimplentes. Já os idosos, com a faixa etária entre 65 a 84 anos, a proporção é de 28,89%, representando 4,39 milhões de pessoas que não conseguem pagar seus compromissos financeiros.
A pesquisa revela que 50,19% da população nesta faixa etária terminou o último semestre com o nome em alguma lista de devedores, chegando a um valor de 17,0 milhões de inadimplentes em número absoluto.
Imagem: Globo
Brasileiros na faixa dos 30 anos atrasam contas, diz pesquisa
A economista-chefe do SPC Brasil Marcela Kawauti, explicou em nota que “geralmente, nessa idade as pessoas já são chefes de família e têm um número maior de compromissos a pagar, como aluguel, água, luz, entre outras despesas domésticas. Todos esses fatores aliados à falta de planejamento orçamentário e os efeitos da crise econômica, impactam negativamente na capacidade de pagamento”, relata.
Brasileiros na faixa dos 30 anos atrasam contas, diz pesquisaA pesquisa ainda mostra que as pessoas com idade de 25 a 29 anos também chama atenção. Cerca 48,58% das pessoas dessa faixa etária está negativada, representando 8,3 milhões de consumidores.
Segundo o G1, os jovens com idade de 18 a 24 anos, a proporção cai para 22,14%, em número absoluto, são 5,29 milhões de inadimplentes. Já os idosos, com a faixa etária entre 65 a 84 anos, a proporção é de 28,89%, representando 4,39 milhões de pessoas que não conseguem pagar seus compromissos financeiros.
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