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Eleições 2026

Governador Rafael Fonteles articulou para evitar saída de deputados do MDB, diz João Mádison

Mádison declarou que, após as conversas com o governador, os parlamentares resolveram ficar na sigla.

O líder do MDB na Assembleia Legislativa do Piauí, deputado João Mádison, afirmou que o governador Rafael Fonteles atuou diretamente para conter a possibilidade de saída de parlamentares da sigla e evitar desgaste dentro da base governista. Segundo o emedebista, o chefe do Executivo estadual chamou individualmente os deputados que cogitavam migrar para outras legendas e pontuou a importância de manter o MDB fortalecido para as eleições de 2026.

Mádison declarou que, após essas conversas, nenhum dos deputados que manifestavam intenção de deixar o partido seguirá com a mudança. O deputado explicou que o governador ressaltou aos parlamentares que a permanência no MDB é essencial para equilibrar a composição política da base, especialmente considerando o alinhamento com o PT e a necessidade de consolidar chapas competitivas para o Senado.

Foto: Lucas Dias/GP1Deputado Estadual João Mádison
Deputado Estadual João Mádison

“Outros candidatos que estavam querendo sair do partido o governador chamou, conversou com cada um, mostrou a importância do fortalecimento do MDB. Então, aqueles que, porventura, tinham algum interesse de sair, não sairão mais. Então, isso é importante, porque o MDB forte e o PT forte fortalecem também a chapa de senadores e o do governador Rafael Fontes. Então, é de grande importância e este problema está encerrado. Nós estamos buscando novos nomes para que possamos integrar o nosso partido”, disse o deputado.

Continuidade da fusão cruzada

Além de estabilizar sua bancada, o MDB decidiu manter a fusão cruzada com o PSD, acordo que havia sido abalado por divergências recentes entre lideranças dos dois partidos. Após reuniões realizadas nos últimos dias, ambas as siglas concluíram que não há possibilidade de ruptura e que a aliança continuará valendo para a formação das chapas de deputado estadual e federal.

A continuidade do arranjo é vista como estratégica para otimizar resultados nas eleições e evitar fragmentação interna que prejudique o desempenho dos grupos aliados.

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