O ministro Wellington Dias vai entrar em campo para articular, dentro do Partido dos Trabalhadores (PT), a indicação de sua filha, Iasmin Dias, para uma das vagas de suplência do deputado federal Júlio César (PSD) na disputa pelo Senado Federal. O movimento político ocorre por conta da disputa interna na sigla pelas posições de primeira e segunda suplência, que também contam com outros nomes já colocados oficialmente pelo partido.
O GP1 apurou que integrantes da ala mais tradicional do PT avaliam que a possibilidade de indicação de Iasmin Dias ainda circula apenas nos bastidores e não foi formalmente apresentada ao partido para análise. Diante desse cenário, Wellington Dias pretende conduzir articulações políticas dentro da legenda para buscar apoio à inclusão da filha na composição da chapa majoritária.
Recentemente, o PT apresentou de forma oficial os nomes do vereador Dudu e da ex-vereadora Rosário Bezerra para compor as suplências de Júlio César, restando apenas a definição de quem ocupará a primeira e a segunda posição. No entanto, o nome de Iasmin Dias não apareceu na relação apresentada internamente pela legenda durante as discussões sobre a composição da chapa.
Nomes sugeridos pelo PSD
Enquanto o PT discute internamente os nomes para as suplências, a direção do PSD trabalha com a ideia de contemplar tanto o ministro Wellington Dias quanto o governador Rafael Fonteles na formação da chapa. A avaliação do núcleo pessedista é de que as duas lideranças petistas devem estar representadas nas vagas de suplência vinculadas à candidatura de Júlio César ao Senado.
Dentro dessa estratégia, o PSD sugeriu Iasmin Dias como favorita para ocupar a primeira suplência. Já para a segunda vaga, o nome indicado foi o do advogado Pedro Rocha, atual assessor especial do governador Rafael Fonteles.
Davi Fernandes
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