Está preso o autor da célebre frase: "É pro governo? Joga o valor pra três, tudo vezes três". Humberto Gomes da Silva, que teve prisão decretada na Operação Voucher, chegou nesta quinta-feira, 18, dos Estados Unidos e foi levado direto para a carceragem da Polícia Federal (PF), em Brasília, embora estivesse de posse de um habeas corpus, porque não tinha dinheiro para pagar a fiança de R$ 109 mil estipulada pela Justiça.
Desencadeada na semana passada, a Operação Voucher decretou a prisão de 38 pessoas acusadas de envolvimento num esquema de desvio de recursos do Ministério do Turismo. Desses, 36 mandados haviam sido cumpridos, mas 19 pessoas foram libertadas no mesmo dia. Os demais foram beneficiados dois dias depois por habeas corpos concedidos pelo juiz federal Guilherme Mendonça Doehler, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Mas com a condição de pagar fiança.
Empresário e jornalista, Humberto é dono da Barbalho Reis Comunicação e Consultoria, acusada de servir de fachada para o desvio de recursos de um convênio de R$ 4,4 milhões para treinamento de mão de obra no Amapá. Por meio do seu blog, ele negou ter participado das fraudes. "Não sou fugitivo, nem bandido ou muito menos leciono licitação: a arte da regra 3", disse ele em tom de deboche, referindo-se à conversa telefônica, interceptada com autorização judicial, em que ensina um colega a superfaturar licitações públicas.
Desencadeada na semana passada, a Operação Voucher decretou a prisão de 38 pessoas acusadas de envolvimento num esquema de desvio de recursos do Ministério do Turismo. Desses, 36 mandados haviam sido cumpridos, mas 19 pessoas foram libertadas no mesmo dia. Os demais foram beneficiados dois dias depois por habeas corpos concedidos pelo juiz federal Guilherme Mendonça Doehler, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Mas com a condição de pagar fiança.
Empresário e jornalista, Humberto é dono da Barbalho Reis Comunicação e Consultoria, acusada de servir de fachada para o desvio de recursos de um convênio de R$ 4,4 milhões para treinamento de mão de obra no Amapá. Por meio do seu blog, ele negou ter participado das fraudes. "Não sou fugitivo, nem bandido ou muito menos leciono licitação: a arte da regra 3", disse ele em tom de deboche, referindo-se à conversa telefônica, interceptada com autorização judicial, em que ensina um colega a superfaturar licitações públicas.
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