A Cúpula das Américas começou em Cartagena, na Colômbia, com a polêmica em torno da ausência de Cuba ameaçando a extinção do maior encontro de países do continente. Hoje, 33 presidentes da região fazem um "retiro" - quando os líderes reúnem-se sozinhos, sem chanceleres nem assessores, só tradutores -, e Cuba estará na pauta.
Apesar da pressão para que o governo cubano seja convidado para os encontros, que ocorrem a cada três anos desde 1994, é improvável que haja uma manifestação formal a favor do país na declaração final do encontro. Há a resistência tradicional dos EUA, intensificada neste ano pela eleição presidencial de novembro.
"Se a questão de Cuba não for resolvida, a cúpula vai acabar", disse um diplomata brasileiro que está em Cartagena. Ele questionou o argumento dos EUA de que Havana não é uma democracia dizendo que outros fóruns internacionais têm a presença autocracias. Ele citou como exemplo a presença da China no Conselho de Segurança da ONU. No encontro com o presidente Barack Obama em Washington, a presidente Dilma Rousseff defendeu a participação de Cuba.
Apesar da pressão para que o governo cubano seja convidado para os encontros, que ocorrem a cada três anos desde 1994, é improvável que haja uma manifestação formal a favor do país na declaração final do encontro. Há a resistência tradicional dos EUA, intensificada neste ano pela eleição presidencial de novembro.
"Se a questão de Cuba não for resolvida, a cúpula vai acabar", disse um diplomata brasileiro que está em Cartagena. Ele questionou o argumento dos EUA de que Havana não é uma democracia dizendo que outros fóruns internacionais têm a presença autocracias. Ele citou como exemplo a presença da China no Conselho de Segurança da ONU. No encontro com o presidente Barack Obama em Washington, a presidente Dilma Rousseff defendeu a participação de Cuba.
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