O número de mortos pelos terremotos que sacudiram a região italiana de Emilia Romanha chegou oficialmente a 17 depois que os bombeiros encontraram nesta quarta-feira, 30, o cadáver do único desaparecido que restava entre os escombros de uma fábrica na localidade de Medolla.
Das 17 vítimas mortais, 11 morreram na queda dos tetos de seus locais de trabalho, outras cinco no desabamento de suas casas e um sacerdote ao ser atingido por uma viga em sua paróquia.
Os bombeiros escavaram durante toda a noite em busca do trabalhador desaparecido da fábrica Haematronic, cujo desabamento causou a morte ontem de outras três pessoas em Medolla.
Perante estes números, os sindicatos italianos acusaram as empresas de terem forçado a volta ao trabalho aos empregados em estruturas que podiam ter sido danificadas pelo terremoto registrado no último dia 20 de maio.
A procuradoria de Modena abriu uma investigação para esclarecer a derrubada dos edifícios e das fábricas, muitas delas de construção recente.
Quando a terra voltou a tremer ontem, a região de Emilia Romanha ainda não havia se recuperado do terremoto de 20 de maio, que causou sete mortes e deixou mais de seis mil desabrigados e grandes danos tanto na indústria, como na agricultura e no patrimônio artístico do país.
Agora o principal problema é dar assistência às quase 14 mil pessoas que não podem voltar às suas casas e dormem em barracas de campanha ou em vagões de trens.
Das 17 vítimas mortais, 11 morreram na queda dos tetos de seus locais de trabalho, outras cinco no desabamento de suas casas e um sacerdote ao ser atingido por uma viga em sua paróquia.
Os bombeiros escavaram durante toda a noite em busca do trabalhador desaparecido da fábrica Haematronic, cujo desabamento causou a morte ontem de outras três pessoas em Medolla.
Perante estes números, os sindicatos italianos acusaram as empresas de terem forçado a volta ao trabalho aos empregados em estruturas que podiam ter sido danificadas pelo terremoto registrado no último dia 20 de maio.
A procuradoria de Modena abriu uma investigação para esclarecer a derrubada dos edifícios e das fábricas, muitas delas de construção recente.
Quando a terra voltou a tremer ontem, a região de Emilia Romanha ainda não havia se recuperado do terremoto de 20 de maio, que causou sete mortes e deixou mais de seis mil desabrigados e grandes danos tanto na indústria, como na agricultura e no patrimônio artístico do país.
Agora o principal problema é dar assistência às quase 14 mil pessoas que não podem voltar às suas casas e dormem em barracas de campanha ou em vagões de trens.
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