Um grupo de estudo nos Estados Unidos lançou imagens de satélite que reforçam as suspeitas que o Irã está tentando destruir evidências de possíveis atividades relacionadas à criação de armas nucleares em um local onde os inspetores da ONU solicitaram acesso.
O Instituto por Ciência e Segurança Internacional (ISIS, na sigla em inglês) publicou no site fotos logo depois de a agência nuclear da ONU apresentá-las aos diplomatas que, segundo enviados ocidentais, confirmaram a "higienização" no complexo militar de Parchin.
A região, que segundo o Irã é um complexo militar convencional, está no centro das acusações ocidentais de que a república islâmica está realizando pesquisas - provavelmente há uma década - que poderiam ajudá-la a criar bombas nucleares. Teerã nega a informação.
As novas imagens de satélite parecem confirmar as suspeitas de que a república islâmica está "hieginizando" o espaço para acabar com provas incriminatórias antes de conceder acesso aos inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
Diplomatas ocidentais que participaram da reunião a portas fechadas em Viena disseram que os edifícios no complexo militar de Parchin foram eliminados e o ISIS indicou que as fotos de 25 de maio mostram que eles foram completamente destruídos. "Irã está preocupado que a agência possa encontrar algo alí. Caso contrário, não estaria conduzindo o processo de limpeza da região", declarou uma fonte do Instituto.
As fotos foram publicadas após um diálogo entre Teerã e as seis grandes potências na semana passada, que tentou resolver uma disputa nuclear que tem conduzido um endurecimento nas sanções contra o Irã.
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) pediu repetidas vezes o acesso a Parchin. Na semana passada, uma autoridade iraniana disse que a agência não apresentou razões suficientes para visitar o local.
O enviado iraniano à AIEA, Ali Asghar Soltanieh, negou que tenha havido alterações em Parchin, dizendo a repórteres em um encontro no dia 30 de maio que "essas informações e acusações são infundadas".
O Instituto por Ciência e Segurança Internacional , que publica pesquisas sobre a proliferação nuclear, declarou que as imágenes de satélites satelitales mostram "máquinas usadas em processos de demolição".
Os dois edifícios que aparentemente desapareceram - principais estruturas de interesse da AIEA - estavam intactos até abril, disse.
O Instituto por Ciência e Segurança Internacional (ISIS, na sigla em inglês) publicou no site fotos logo depois de a agência nuclear da ONU apresentá-las aos diplomatas que, segundo enviados ocidentais, confirmaram a "higienização" no complexo militar de Parchin.
A região, que segundo o Irã é um complexo militar convencional, está no centro das acusações ocidentais de que a república islâmica está realizando pesquisas - provavelmente há uma década - que poderiam ajudá-la a criar bombas nucleares. Teerã nega a informação.
As novas imagens de satélite parecem confirmar as suspeitas de que a república islâmica está "hieginizando" o espaço para acabar com provas incriminatórias antes de conceder acesso aos inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
Diplomatas ocidentais que participaram da reunião a portas fechadas em Viena disseram que os edifícios no complexo militar de Parchin foram eliminados e o ISIS indicou que as fotos de 25 de maio mostram que eles foram completamente destruídos. "Irã está preocupado que a agência possa encontrar algo alí. Caso contrário, não estaria conduzindo o processo de limpeza da região", declarou uma fonte do Instituto.
As fotos foram publicadas após um diálogo entre Teerã e as seis grandes potências na semana passada, que tentou resolver uma disputa nuclear que tem conduzido um endurecimento nas sanções contra o Irã.
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) pediu repetidas vezes o acesso a Parchin. Na semana passada, uma autoridade iraniana disse que a agência não apresentou razões suficientes para visitar o local.
O enviado iraniano à AIEA, Ali Asghar Soltanieh, negou que tenha havido alterações em Parchin, dizendo a repórteres em um encontro no dia 30 de maio que "essas informações e acusações são infundadas".
O Instituto por Ciência e Segurança Internacional , que publica pesquisas sobre a proliferação nuclear, declarou que as imágenes de satélites satelitales mostram "máquinas usadas em processos de demolição".
Os dois edifícios que aparentemente desapareceram - principais estruturas de interesse da AIEA - estavam intactos até abril, disse.
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