Islamitas líbios e adversários liberais realizaram os últimos comício, dia que encerrou a campanha para as eleições que acontecerão no sábado, 7. A votação será a primeira desde a queda do ditador Muamar Kadafi.
De acordo com as regras eleitorais, qualquer tipo de campanha está proibida nesta sexta-feira, 6. Na noite de quinta-feira, uma carreta levando cartazes da Aliança das Forças Nacionais, liderada pelo ex-premiê Mahmoud Jibril, de inclinações seculares, tomou as ruas da capital da Líbia, Trípoli.
A Frente Nacional, que descende do grupo de oposição de Kadafi, encheu o céu da cidade com fogos de artifício. Um partido afiliado com a Irmandade Muçulmana da Líbia e outro grupo islamita também são considerados fortes concorrentes.
Será eleito um Parlamento de transição composto por 200 membros. Apesar disso, nove meses após o fim da guerra civil de 2011, a Líbia ainda está dividida.
De acordo com as regras eleitorais, qualquer tipo de campanha está proibida nesta sexta-feira, 6. Na noite de quinta-feira, uma carreta levando cartazes da Aliança das Forças Nacionais, liderada pelo ex-premiê Mahmoud Jibril, de inclinações seculares, tomou as ruas da capital da Líbia, Trípoli.
A Frente Nacional, que descende do grupo de oposição de Kadafi, encheu o céu da cidade com fogos de artifício. Um partido afiliado com a Irmandade Muçulmana da Líbia e outro grupo islamita também são considerados fortes concorrentes.
Será eleito um Parlamento de transição composto por 200 membros. Apesar disso, nove meses após o fim da guerra civil de 2011, a Líbia ainda está dividida.
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