Se os militantes pró-Moscou entricheirados em prédios públicos no lesta da Ucrânia entregarem as armas e liberarem os edifícios administrativos ocupados, terão anistia segundo o presidente interino da Ucrânia, Olexander Turchynov.
"Se as pessoas entregarem as armas e liberarem os edifícios administrativos, garantimos que não teremos nenhuma ação judicial. Estou disposto a assinar um decreto presidencial neste sentido", disse Turchynov no Parlamento.
Edifícios em Donetsh e Lugansk, estão sendo ocupados por separatistas pró-Moscou, nas duas cidades de língua russa do leste do país.
Turchynov respondeu desta maneira à lei de anistia proposta na quarta-feira por um deputado do Partido das Regiões, o movimento do presidente destituído Viktor Yanukovytch.
"Não precisamos de uma lei, podemos solucionar o problema hoje", afirmou o presidente interino.
Na quarta-feira à noite, o vice-primeiro-ministro Vitali Yarema, enviado a Donetsk para tentar resolver a crise, disse que esperava um "consenso" nesta quinta-feira para acabar com os quatro dias de cerco aos prédios da administração regional nesta cidade. Com informações do G1.
"Se as pessoas entregarem as armas e liberarem os edifícios administrativos, garantimos que não teremos nenhuma ação judicial. Estou disposto a assinar um decreto presidencial neste sentido", disse Turchynov no Parlamento.
Imagem: Divulgação
Caso militantes entreguem suas armas, terão anistia.
Caso militantes entreguem suas armas, terão anistia.Edifícios em Donetsh e Lugansk, estão sendo ocupados por separatistas pró-Moscou, nas duas cidades de língua russa do leste do país.
Turchynov respondeu desta maneira à lei de anistia proposta na quarta-feira por um deputado do Partido das Regiões, o movimento do presidente destituído Viktor Yanukovytch.
"Não precisamos de uma lei, podemos solucionar o problema hoje", afirmou o presidente interino.
Na quarta-feira à noite, o vice-primeiro-ministro Vitali Yarema, enviado a Donetsk para tentar resolver a crise, disse que esperava um "consenso" nesta quinta-feira para acabar com os quatro dias de cerco aos prédios da administração regional nesta cidade. Com informações do G1.
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