Bryan Jackson ainda um bebê, com 11 anos de idade, foi vítima do seu pai em uma transfusão de sangue contaminado com o vírus HIV para evitar o pagamento de pensão alimentícia. O homem foi condenado pelo crime.
Jackson, hoje, tem 22 anos, mas quando bebê, o pai Stewart, especialista em transfusões de sangue, tentou matá-lo por uma infecção considerada letal pelos médicos.
A transfusão aconteceu quando, em 1922, Jackson teve uma crise de asma e foi internado. Na ocasião, Stewart mergulhou a seringa em um frasco com sangue infectado e aplicou em seu filho.
Durante o tratamento para asma, o bebê só piorava. Os médicos realizaram vários exames e perceberam alguns sintomas que poderiam indicar a existência do vírus da AIDS, e após um exame específico, a doença foi confirmada.
Devido o HIV, muita medicação precisou ser tomada. Em decorrência dessas medicações Jackson perdeu 70% da sua audição. Em certa fase da doença, o tratamento exigia 23 comprimidos, três injeções e medicamentos ministrados na veia.
Por toda essa complicação causada pela doença e a alta toxicidade dos medicamentos, os médicos deram apenas seis meses de vida para o menino. Diante desse prognóstico, Jackson, teve outra reação. Se superou e surpreendeu respondendo ao tratamento.
Hoje, com 22 anos, afirma ter perdoado o pai e diz ter aprendido a conviver com a doença. “Com o tempo a quantidade de medicamentos foi diminuída e hoje estou estabilizado. Apesar de tudo o que aconteceu, perdoo meu pai” relata.
Stewart foi julgado e, condenado à prisão perpétua pelo crime que cometeu. Durante o julgamento, o juiz Ellsworth Cundiff colocou o acusado na categoria dos “piores criminosos de guerra”. “Acredito que quando Deus te levar, você queimará no inferno durante toda a eternidade.”
Hoje, Jackson passa seu tempo livre dando aulas sobre o HIV a fim de evitar a propagação do vírus. Segundo ele, dissolver mitos e reduzir os estigmas negativos por ser HIV positivo são muito importantes.
Jackson, hoje, tem 22 anos, mas quando bebê, o pai Stewart, especialista em transfusões de sangue, tentou matá-lo por uma infecção considerada letal pelos médicos.
A transfusão aconteceu quando, em 1922, Jackson teve uma crise de asma e foi internado. Na ocasião, Stewart mergulhou a seringa em um frasco com sangue infectado e aplicou em seu filho.
Durante o tratamento para asma, o bebê só piorava. Os médicos realizaram vários exames e perceberam alguns sintomas que poderiam indicar a existência do vírus da AIDS, e após um exame específico, a doença foi confirmada.
Devido o HIV, muita medicação precisou ser tomada. Em decorrência dessas medicações Jackson perdeu 70% da sua audição. Em certa fase da doença, o tratamento exigia 23 comprimidos, três injeções e medicamentos ministrados na veia.
Por toda essa complicação causada pela doença e a alta toxicidade dos medicamentos, os médicos deram apenas seis meses de vida para o menino. Diante desse prognóstico, Jackson, teve outra reação. Se superou e surpreendeu respondendo ao tratamento.
Hoje, com 22 anos, afirma ter perdoado o pai e diz ter aprendido a conviver com a doença. “Com o tempo a quantidade de medicamentos foi diminuída e hoje estou estabilizado. Apesar de tudo o que aconteceu, perdoo meu pai” relata.
Stewart foi julgado e, condenado à prisão perpétua pelo crime que cometeu. Durante o julgamento, o juiz Ellsworth Cundiff colocou o acusado na categoria dos “piores criminosos de guerra”. “Acredito que quando Deus te levar, você queimará no inferno durante toda a eternidade.”
Hoje, Jackson passa seu tempo livre dando aulas sobre o HIV a fim de evitar a propagação do vírus. Segundo ele, dissolver mitos e reduzir os estigmas negativos por ser HIV positivo são muito importantes.
Imagem: Reprodução
Jackson passa seu tempo livre dando aulas sobre o HIV
Jackson passa seu tempo livre dando aulas sobre o HIV
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