Um tribunal do Cairo condenou a sete anos de prisão, três jornalistas da Al-Jazeera acusados de apoiar a Irmandade Muçulmana. O australiano Peter Greste e os egípcios Mohammed Fahmy e Baher Mohamed estão sendo acusados por espalhar notícias falsas e apoiar o grupo islâmico, que foi banido no país. Eles estão presos há seis meses e negam as acusações.
A Al-Jazeera, sediada no Catar, está proibida de operar dentro do Egito após autoridades terem acusado o canal de transmitir reportagens favoráveis ao ex-presidente Mohammed Morsi e a Irmandade Muçulmana. A Al-Jazeera nega as acusações. Com informações da BBC Brasil
Imagem: Reprodução
Mohammed Fahmy, Baher Mohamed e Peter Greste estão presos há seis meses e negam as acusações
Mohammed Fahmy, Baher Mohamed e Peter Greste estão presos há seis meses e negam as acusaçõesA Al-Jazeera, sediada no Catar, está proibida de operar dentro do Egito após autoridades terem acusado o canal de transmitir reportagens favoráveis ao ex-presidente Mohammed Morsi e a Irmandade Muçulmana. A Al-Jazeera nega as acusações. Com informações da BBC Brasil
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