Nas primeiras horas desta quinta-feira (02), a Universidade de Garissa, no leste do Quênia e na fronteira com a Somália, foi invadida por terroristas ligados ao grupo radical islâmico Al-Shabaab. Eles atiraram nos presentes e detonaram explosivos, deixando 147 mortos e dezenas de feridos.
O ataque foi direcionado apenas aos cristãos, que foram mantidos reféns antes de serem mortos. OS mulçumanos foram liberados pelos terroristas. O inspetor geral de polícia está tentando localizar todos os estudantes para saber se algum teria sido levado, já que os atiradores também invadiram as residências universitárias. Até o momento 500 dos 815 estudantes teriam sido encontrados.
Segundo o G1, O Al-Shabaab afirmou que o ataque foi uma vingança as intervenções de tropas do Quênia à Somália. Desde que começou esta intervenção o país tem sofrido constantes ataques, sendo o pior deles dentro do shopping Westgate, ocorrido em 2013, onde 67 pessoas morreram.
O ataque foi direcionado apenas aos cristãos, que foram mantidos reféns antes de serem mortos. OS mulçumanos foram liberados pelos terroristas. O inspetor geral de polícia está tentando localizar todos os estudantes para saber se algum teria sido levado, já que os atiradores também invadiram as residências universitárias. Até o momento 500 dos 815 estudantes teriam sido encontrados.
Segundo o G1, O Al-Shabaab afirmou que o ataque foi uma vingança as intervenções de tropas do Quênia à Somália. Desde que começou esta intervenção o país tem sofrido constantes ataques, sendo o pior deles dentro do shopping Westgate, ocorrido em 2013, onde 67 pessoas morreram.
Imagem: Associated Press
Policiais cercando a universidade
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