A Universidade de Liège, na Bélgica, lançou um curso obrigatório para os seus alunos de ecologia e sustentabilidade, denominado “Sustentabilidade e Transição”. O curso causou polêmica pois traz em sua descrição que “o homem branco, cristão e heterossexual” é responsável pela degradação do planeta.
O curso oferecido pela universidade teria como objetivo “sensibilizar todos os futuros graduados sobre os atuais desafios ambientais e sociais”. A descrição ainda aponta que a culpabilização do “o homem branco, cristão e heterossexual” já é um consenso científico.
“Hoje existe um consenso científico sobre a deterioração das condições habitáveis da Terra e sobre a responsabilidade do homem. Seria a ação de uma espécie que poderia fazer as pessoas acreditarem que a origem da mudança é a humanidade quando se trata do homem “ocidental” branco, cristão e heterossexual. Evitemos assim esconder as profundas desigualdades relativas às responsabilidades intrínsecas ante as perturbações ambientais em escala planetária”, diz a descrição do curso.
A descrição acabou levantamento polêmicas em volta do curso, o que fez a Universidade de Liège alterar o texto. No entanto, o curso foi mantido pela faculdade.
Topázio Figueiredo
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