Polícia

Acusados de fraudar concurso já haviam sido presos no Piauí

Eles foram presos na manhã desta terça-feira (09), durante a operação "Infiltrados", deflagrada pela Polícia Civil. 

BRUNA DIAS
- atualizado

Quatro envolvidos na fraude do concurso da Polícia Civil do Piauí, realizado em 2012, já haviam sido presos nas operações ‘Vigiles’ e ‘Veritas’, deflagradas no ano passado. São eles: o agente penitenciário José Vilomar Nunes Pereira (Veritas), o candidato Cristian Alcântara Santiago (Veritas e Vigiles), Sávio de Castro Leite (Veritas) e Hermerson José da Silva (Vigiles). Eles foram presos na manhã desta terça-feira (09), durante a operação "Infiltrados", deflagrada pela Polícia Civil. 

Operação Veritas

A operação “Veritas” foi deflagrada no dia 10 de março de 2016, por policiais do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco), através da Secretaria de Segurança Pública, e resultou na desarticulação de uma organização criminosa que tentou fraudar o concurso do Tribunal de Justiça e o certame da prefeitura de Capitão de Campos no final do ano de 2015.

Operação Vigiles

Em novembro de 2016, a Polícia Civil deflagrou a operação "Vigiles" derivada da "Veritas", com o objetivo de investigar fraude no concurso público de soldado do Corpo de Bombeiros Militar do Piauí, que ocorreu em 2014. Dos 36 mandados de prisão expedidos, 27 foram cumpridos.

Entenda o caso

A Polícia Civil do Piauí deflagrou na manhã desta terça-feira (09), a operação “Infiltrados”, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa, formada por policiais civis, especializada em fraudes a concursos públicos, em especial, ao certame para agente da Polícia Civil, ocorrido em 2012.

A ação resultou na prisão de 12 policiais civis, sendo que um se encontra foragido, dois agentes penitenciários, um advogado, um estudante de medicina, entre outros. O delegado Kleydson Ferreira detalhou a atuação dos acusados e disse que a organização cobrava dos aprovados com base no salario que constava no edital, multiplicado por 10.