Nesta segunda-feira (28), a Polícia Civil concluiu o inquérito policial que investigava a morte da criança Sara Valentina Alves Nascimento, ocorrida no dia 1º de setembro de 2015, no Hospital Regional de Campo Maior. A menina deu entrada na unidade hospitalar com quadro de diarréia, febre, dores e vômitos.
Quando morreu, a criança tinha um ano e oito meses. Em entrevista, a mãe da criança afirmou que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a criança morreu devido a aplicação de Potassa Cáustica, mais conhecido como Cloreto de Potássio.
Nesta quarta-feira (30), o atual Delegado de Campo Maior, Andrei Alvarenga, disse ao GP1 que o inquérito policial confirmou o resultado do laudo do IML. Ele afirmou também que duas pessoas serão indiciadas devido ao erro que causou a morte precoce de Sara Valentina.
Procurada, a Secretaria de Saúde do Piauí afirmou que ainda não foi notificada sobre o Inquérito Policial, mas que entrará em contato com a direção do Hospital Regional de Campo Maior a fim de terem uma posição sobre o caso.
Quando morreu, a criança tinha um ano e oito meses. Em entrevista, a mãe da criança afirmou que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a criança morreu devido a aplicação de Potassa Cáustica, mais conhecido como Cloreto de Potássio.
Nesta quarta-feira (30), o atual Delegado de Campo Maior, Andrei Alvarenga, disse ao GP1 que o inquérito policial confirmou o resultado do laudo do IML. Ele afirmou também que duas pessoas serão indiciadas devido ao erro que causou a morte precoce de Sara Valentina.
Procurada, a Secretaria de Saúde do Piauí afirmou que ainda não foi notificada sobre o Inquérito Policial, mas que entrará em contato com a direção do Hospital Regional de Campo Maior a fim de terem uma posição sobre o caso.
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