A jornalista Graciete Torres denunciou ao Portal GP1 que foi agredida pelo diretor jurídico do Sindicato dos Agentes Penitenciários e Servidores Administrativos das Secretarias da Justiça e Segurança do Piauí – Sinpoljuspi, José Roberto Pereira da Silva. Segundo Graciete, ele gritou e proferiu palavras de baixo calão com o dedo apontado para o rosto da jornalista. A agressão cometida pelo diretor só cessou após o presidente do Sindicato, Vilobaldo Carvalho, colocar-se entre a agredida e o agressor e exigir a interrupção da agressão. A jornalista, que é funcionária da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Piauí e diretora social do Sinpoljuspi, estava muito abalada emocionalmente durante seu depoimento e teme que novas represálias aconteçam contra a sua pessoa.
Entenda o caso
Graciete Maria Pereira Freitas, conhecida no meio jornalístico como Graciete Torres, é funcionária da Secretaria de Segurança Pública – SSP – há mais de 36 anos. O quadro da SSP, assim como de outros órgãos estaduais, foi montado com funcionários que costumam chamar de ‘emprestados’, ou seja, vindos de outras repartições. É o caso de Graciete. O fato gera desordem e tem sido corrigido pelo Governo, que passou a enquadrar de forma definitiva o funcionário cedido para determinada secretaria. A SSP tem passado pelo mesmo processo.
Comissão para realizar o enquadramento
Diante do fato, foi criada uma comissão encarregada de organizar o enquadramento dos funcionários da SSP e um membro da secretaria e outro do Sinpoljuspi foram escolhidos em assembleia geral para integrar essa comissão e representar os que seriam enquadrados. Cada funcionário tem um prontuário onde consta toda a documentação de sua vida funcional. Os representantes seriam os responsáveis por reunir os documentos dos funcionários e também por informarem a necessidade de algum que estivesse faltando nesse para somente depois encaminhar para a Secretaria de Administração – Sead – que daria andamento ao enquadramento.
Os funcionários entregaram seus documentos à comissão. Porém, a documentação chegou incompleta na Sead. “Faltando 24 horas para encerrar o prazo de entrega pra Sead que eu fui comunicada por terceiros que meu nome não estava na relação”, informou a jornalista.
Outros funcionários também ficaram sabendo que seus documentos estavam incompletos, que a comissão que os representa não os informou e então realizaram assembleia para tratar do assunto.A jornalista disse que essa atitude prejudicaria boa parte dos que seriam enquadrados. “As duas coordenadoras que foram escolhidas por nós durante uma assembleia geral não nos informaram sobre isso”, destacou. “Na minha pasta tinha escrito que era pra encaminhar pra Procuradoria. Estranhei, pois entreguei todos os documentos exigidos, outras pessoas também estavam na mesma situação que eu”, completou.
“Quem me informou pediu que avisasse aos demais e aos poucos cada um foi tomando conhecimento e correndo pessoalmente com seus documentos pra entregar na Sead, sendo que na verdade já tinham sido entregues para a comissão”, falou Graciete, que, mesmo sendo diretora do Sindicato e funcionária da SSP, não foi informada da falta dos documentos que, inexplicavelmente, não foram levados à Sead.
Enquadramento da mãe falecida
Paralelamente a essa situação, Graciete precisou levar à Secretaria de Administração os documentos de sua mãe, Maria Ester Torres Pereira, falecida há 6 anos, pois esta era funcionária da SSP e deixou como pensionista o marido, pai de Graciete.
A agressão parte 1
No dia 06 de fevereiro, quando entregava a documentação para o enquadramento de sua mãe e conversava com uma colega e um membro da comissão, Graciete teria sido destratada por José Roberto pela primeira vez. “Ele chegou e eu já estava lá na Secretaria de Administração. Minha colega pediu a ele então que visse os documentos, ela viu e tinha escrito embaixo um artigo da lei 147, que é a lei que rege o enquadramento. Ele tinha ido marcar a audiência com o secretário de administração para tratar do assunto. Na ocasião eu disse ‘ô doutor porque o senhor não marca com a gente e com o presidente, com os diretores, com a própria comissão, com os secretários, com o governador, para que nós possamos falar com eles, nós que somos parte interessada’, e foi nessa ocasião que ele disse que não ia tratar daquele assunto lá, que não trata desse assunto em lugar nenhum, só lá no sindicato, em voz alta e tom alterado”, relatou Graciete. Nesse momento eles estavam na sala do departamento pessoal da Sead, o funcionário da secretaria de justiça que também faz parte da comissão estava lá e viu a agressão.
A agressão parte 2
No dia seguinte (07) segundo Graciete, por volta de 09h da manhã, ela se dirigiu para a sala do presidente do Sinpoljuspi, Vilobaldo Carvalho. “Eu estou sentada, o presidente estava no computador e eu estava aguardando ele terminar o que estava fazendo para então despachar com ele, quando entra o senhor José Roberto, que já veio dizendo ‘Ah sim, pois agora nós vamos conversar aqui civilizadamente, você é uma vagabunda, você não tem responsabilidade, você tem um passado sujo, eu conheço o seu passado sujo’, relembra Graciete, bastante abalada e trêmula. “Ele disse ‘você não presta, você pega e vai botar o pessoal lá da secretaria contra nós, você vive fazendo motim no Sindicato’ e disse um monte de outras agressões colocando a mão na minha cara e gritando”, relembrou Graciete com os olhos marejando, visivelmente nervosa ao lembrar da agressão sofrida. “O Vilobaldo bateu a mão na mesa umas três vezes dizendo pra ele parar, e ele não parava, então o presidente se levantou e se colocou entre nós dois, ficou entre nós falando e falando até que conseguiu que José Roberto parasse e saísse da sala”, contou.
“Eu permaneci sentada até me recuperar. Quando eu estava melhor é que me levantei, fui na Apocepi[Associação dos Policiais Civis do Estado do Piauí] pedir que um advogado me acompanhasse até a Delegacia da Mulher. Como eu cheguei na Apocepi chorando, a enfermeira Érica estava lá e ‘tirou’ minha pressão que estava 18 por 10. Mesmo assim eu fui pra delegacia da mulher registrar um B.O. [Boletim de Ocorrência] e depois procurei um médico e em seguida fui pra casa com muita dor de cabeça”, relatou. A audiência para tratar da agressão foi marcada para a segunda-feira (13) na Delegacia da Mulher.
Perseguição após o B.O.
Na segunda-feira (13), mesmo dia da audiência, Graciete sofre outra agressão, dessa vez ainda mais grave. “Devido ao fato de eu ter dado parte dele na Delegacia da Mulher, eles criaram um fato falso pra me coibir, pois justamente depois de eu dar parte dele, justamente no dia da audiência, apareceram com um documento me acusando de algo errado”, relembrou a diretora social. “Se havia algum problema contra mim, porque eles não já tinham então denunciado? Porque essa denúncia foi surgir após eu dar parte dele e justamente no dia da audiência? Eu concluo que era pra me desencorajar”, constatou.
“Quando li o documento em que me acusavam injustamente, eu passei mal, fui internada no Itacor com a pressão 14 por 10”, disse. “Mas, mesmo com essa represália, não me intimidei e segui adiante na denúncia de agressão e fui para a audiência”, completou Graciete.
A jornalista lembrou que quando aguardava a audiência na sala da delegacia, chegou outro diretor do Sinpoljuspi, Isaias Martins, e ficou olhando para toda a sala. “Eu estava de um dos lados da porta e perguntei se ele estava procurando alguém, no que ele me viu disse que não era nada não”, lembrou. “Então me informaram que o José Roberto estava lá no andar de baixo da delegacia, desceram para encontrá-lo, mas ele já havia saído do local. Ele não compareceu à audiência. E o outro diretor foi apenas averiguar se, após a denúncia criada contra mim, eu ia me intimidar e assim não comparecer à audiência”, concluiu.
Medo de novas represálias
A jornalista teme que novas represálias ocorram contra ela. “Minha sala da diretoria social lá no Sinpoljuspi é de fácil acesso, tenho medo que criem novas farsas, que, sei lá, implantem coisas na minha sala pra continuar me prejudicando, agora o porquê é que eu não sei, infelizmente”, alertou.
Conduta reconhecida
Além de diretora social do Sinpoljuspi, Graciete Torres é diretora de Promoção Social do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Piauí. Conhecida por sua atuação, Graciete, que é natural de Miguel Alves, recebeu em setembro de 2011, na Câmara Municipal de Teresina, o título de Cidadã Teresinense. A homenagem foi proposta pela vereadora Rosário Bezerra, que na época argumentou que o trabalho desenvolvido por Graciete Torres é de imensurável importância para a capital piauiense. “Desde a década de 70 que esta mulher desenvolve trabalhos voluntários no bairro Monte Castelo, além de acompanhar e ajudar no tratamento e recuperação de pacientes com câncer e realizar outras ações que marcam três de suas principais características que são a amizade, solidariedade e determinação”, disse Rosário. Dentre as entidades nas quais Graciete Torres desenvolve atividades voluntárias está a Rede Feminina de Combate ao Câncer, Lar de Maria, Grupo de Teatro do Monte Castelo e o Grupo Reverter. Outro site diz que o ato foi prestigiado por amigos de Graciete, que, de acordo com o poeta e acadêmico Gregório de Moraes e Elvira Raulino, são muitos e que a chamam de ‘minha querida colega e amiga’.
Essa não é a primeira vez que acontecem agressões dentro do Sindicato envolvendo diretores. Clique aqui e veja a matéria.
Entenda o caso
Graciete Maria Pereira Freitas, conhecida no meio jornalístico como Graciete Torres, é funcionária da Secretaria de Segurança Pública – SSP – há mais de 36 anos. O quadro da SSP, assim como de outros órgãos estaduais, foi montado com funcionários que costumam chamar de ‘emprestados’, ou seja, vindos de outras repartições. É o caso de Graciete. O fato gera desordem e tem sido corrigido pelo Governo, que passou a enquadrar de forma definitiva o funcionário cedido para determinada secretaria. A SSP tem passado pelo mesmo processo.
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Jornalista Graciete Torres
Jornalista Graciete TorresComissão para realizar o enquadramento
Diante do fato, foi criada uma comissão encarregada de organizar o enquadramento dos funcionários da SSP e um membro da secretaria e outro do Sinpoljuspi foram escolhidos em assembleia geral para integrar essa comissão e representar os que seriam enquadrados. Cada funcionário tem um prontuário onde consta toda a documentação de sua vida funcional. Os representantes seriam os responsáveis por reunir os documentos dos funcionários e também por informarem a necessidade de algum que estivesse faltando nesse para somente depois encaminhar para a Secretaria de Administração – Sead – que daria andamento ao enquadramento.
Os funcionários entregaram seus documentos à comissão. Porém, a documentação chegou incompleta na Sead. “Faltando 24 horas para encerrar o prazo de entrega pra Sead que eu fui comunicada por terceiros que meu nome não estava na relação”, informou a jornalista.
Outros funcionários também ficaram sabendo que seus documentos estavam incompletos, que a comissão que os representa não os informou e então realizaram assembleia para tratar do assunto.A jornalista disse que essa atitude prejudicaria boa parte dos que seriam enquadrados. “As duas coordenadoras que foram escolhidas por nós durante uma assembleia geral não nos informaram sobre isso”, destacou. “Na minha pasta tinha escrito que era pra encaminhar pra Procuradoria. Estranhei, pois entreguei todos os documentos exigidos, outras pessoas também estavam na mesma situação que eu”, completou.
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Graciete Torres denunciou a agressão ao Portal GP1
Graciete Torres denunciou a agressão ao Portal GP1“Quem me informou pediu que avisasse aos demais e aos poucos cada um foi tomando conhecimento e correndo pessoalmente com seus documentos pra entregar na Sead, sendo que na verdade já tinham sido entregues para a comissão”, falou Graciete, que, mesmo sendo diretora do Sindicato e funcionária da SSP, não foi informada da falta dos documentos que, inexplicavelmente, não foram levados à Sead.
Enquadramento da mãe falecida
Paralelamente a essa situação, Graciete precisou levar à Secretaria de Administração os documentos de sua mãe, Maria Ester Torres Pereira, falecida há 6 anos, pois esta era funcionária da SSP e deixou como pensionista o marido, pai de Graciete.
A agressão parte 1
No dia 06 de fevereiro, quando entregava a documentação para o enquadramento de sua mãe e conversava com uma colega e um membro da comissão, Graciete teria sido destratada por José Roberto pela primeira vez. “Ele chegou e eu já estava lá na Secretaria de Administração. Minha colega pediu a ele então que visse os documentos, ela viu e tinha escrito embaixo um artigo da lei 147, que é a lei que rege o enquadramento. Ele tinha ido marcar a audiência com o secretário de administração para tratar do assunto. Na ocasião eu disse ‘ô doutor porque o senhor não marca com a gente e com o presidente, com os diretores, com a própria comissão, com os secretários, com o governador, para que nós possamos falar com eles, nós que somos parte interessada’, e foi nessa ocasião que ele disse que não ia tratar daquele assunto lá, que não trata desse assunto em lugar nenhum, só lá no sindicato, em voz alta e tom alterado”, relatou Graciete. Nesse momento eles estavam na sala do departamento pessoal da Sead, o funcionário da secretaria de justiça que também faz parte da comissão estava lá e viu a agressão.
Imagem: Reprodução
José Roberto teria gritado e colocado a mão na cara da jornalista
José Roberto teria gritado e colocado a mão na cara da jornalistaA agressão parte 2
No dia seguinte (07) segundo Graciete, por volta de 09h da manhã, ela se dirigiu para a sala do presidente do Sinpoljuspi, Vilobaldo Carvalho. “Eu estou sentada, o presidente estava no computador e eu estava aguardando ele terminar o que estava fazendo para então despachar com ele, quando entra o senhor José Roberto, que já veio dizendo ‘Ah sim, pois agora nós vamos conversar aqui civilizadamente, você é uma vagabunda, você não tem responsabilidade, você tem um passado sujo, eu conheço o seu passado sujo’, relembra Graciete, bastante abalada e trêmula. “Ele disse ‘você não presta, você pega e vai botar o pessoal lá da secretaria contra nós, você vive fazendo motim no Sindicato’ e disse um monte de outras agressões colocando a mão na minha cara e gritando”, relembrou Graciete com os olhos marejando, visivelmente nervosa ao lembrar da agressão sofrida. “O Vilobaldo bateu a mão na mesa umas três vezes dizendo pra ele parar, e ele não parava, então o presidente se levantou e se colocou entre nós dois, ficou entre nós falando e falando até que conseguiu que José Roberto parasse e saísse da sala”, contou.
Imagem: Reprodução
Diretor jurídico do Sinpoljuspi, José Roberto Pereira
Diretor jurídico do Sinpoljuspi, José Roberto Pereira“Eu permaneci sentada até me recuperar. Quando eu estava melhor é que me levantei, fui na Apocepi[Associação dos Policiais Civis do Estado do Piauí] pedir que um advogado me acompanhasse até a Delegacia da Mulher. Como eu cheguei na Apocepi chorando, a enfermeira Érica estava lá e ‘tirou’ minha pressão que estava 18 por 10. Mesmo assim eu fui pra delegacia da mulher registrar um B.O. [Boletim de Ocorrência] e depois procurei um médico e em seguida fui pra casa com muita dor de cabeça”, relatou. A audiência para tratar da agressão foi marcada para a segunda-feira (13) na Delegacia da Mulher.
Imagem: Pressão
Atestado que a jornalista "tirou" a pressão
Atestado que a jornalista "tirou" a pressãoPerseguição após o B.O.
Na segunda-feira (13), mesmo dia da audiência, Graciete sofre outra agressão, dessa vez ainda mais grave. “Devido ao fato de eu ter dado parte dele na Delegacia da Mulher, eles criaram um fato falso pra me coibir, pois justamente depois de eu dar parte dele, justamente no dia da audiência, apareceram com um documento me acusando de algo errado”, relembrou a diretora social. “Se havia algum problema contra mim, porque eles não já tinham então denunciado? Porque essa denúncia foi surgir após eu dar parte dele e justamente no dia da audiência? Eu concluo que era pra me desencorajar”, constatou.
Imagem: Reprodução
Boletim de ocorrência feito na Delegacia da Mulher
Boletim de ocorrência feito na Delegacia da Mulher“Quando li o documento em que me acusavam injustamente, eu passei mal, fui internada no Itacor com a pressão 14 por 10”, disse. “Mas, mesmo com essa represália, não me intimidei e segui adiante na denúncia de agressão e fui para a audiência”, completou Graciete.
A jornalista lembrou que quando aguardava a audiência na sala da delegacia, chegou outro diretor do Sinpoljuspi, Isaias Martins, e ficou olhando para toda a sala. “Eu estava de um dos lados da porta e perguntei se ele estava procurando alguém, no que ele me viu disse que não era nada não”, lembrou. “Então me informaram que o José Roberto estava lá no andar de baixo da delegacia, desceram para encontrá-lo, mas ele já havia saído do local. Ele não compareceu à audiência. E o outro diretor foi apenas averiguar se, após a denúncia criada contra mim, eu ia me intimidar e assim não comparecer à audiência”, concluiu.
Medo de novas represálias
A jornalista teme que novas represálias ocorram contra ela. “Minha sala da diretoria social lá no Sinpoljuspi é de fácil acesso, tenho medo que criem novas farsas, que, sei lá, implantem coisas na minha sala pra continuar me prejudicando, agora o porquê é que eu não sei, infelizmente”, alertou.
Conduta reconhecida
Além de diretora social do Sinpoljuspi, Graciete Torres é diretora de Promoção Social do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Piauí. Conhecida por sua atuação, Graciete, que é natural de Miguel Alves, recebeu em setembro de 2011, na Câmara Municipal de Teresina, o título de Cidadã Teresinense. A homenagem foi proposta pela vereadora Rosário Bezerra, que na época argumentou que o trabalho desenvolvido por Graciete Torres é de imensurável importância para a capital piauiense. “Desde a década de 70 que esta mulher desenvolve trabalhos voluntários no bairro Monte Castelo, além de acompanhar e ajudar no tratamento e recuperação de pacientes com câncer e realizar outras ações que marcam três de suas principais características que são a amizade, solidariedade e determinação”, disse Rosário. Dentre as entidades nas quais Graciete Torres desenvolve atividades voluntárias está a Rede Feminina de Combate ao Câncer, Lar de Maria, Grupo de Teatro do Monte Castelo e o Grupo Reverter. Outro site diz que o ato foi prestigiado por amigos de Graciete, que, de acordo com o poeta e acadêmico Gregório de Moraes e Elvira Raulino, são muitos e que a chamam de ‘minha querida colega e amiga’.
Imagem: Reprodução
Certidão da SSP, a qual certifica que Graciete Torrer não tem antecedentes criminais
Agressões dentro do Sinpoljuspi
Certidão da SSP, a qual certifica que Graciete Torrer não tem antecedentes criminaisEssa não é a primeira vez que acontecem agressões dentro do Sindicato envolvendo diretores. Clique aqui e veja a matéria.
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