O senador e ex-líder do governo, Delcídio do Amaral, renovou pela terceira vez a licença médica para não voltar ao Senado. O novo atestado foi apresentado na noite de sexta-feira (18) com o mesmo prazo de 15 dias, mas só começa a contar a partir de quarta-feira (23), pois hoje (22) encerraria o segundo pedido de afastamento do trabalho. As informações são da Agência Brasil.
Nesta terça-feira, ele deveria se fazer presente em uma sessão no Conselho de tica para prestar depoimento sobre um processo no qual ele é investigado por quebra de decoro parlamentar.
Desde que saiu da prisão, no dia 19 de fevereiro, Delcídio não retornou mais ao Senado. O ex-líder do governo e ex-filiado ao PT foi preso acusado de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato e liberado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para recolhimento domiciliar após fechar acordo de delação premiada e colaborar com as investigações. No entanto, ele estava permitido de sair de casa apenas para trabalhar.
A prisão aconteceu logo após vir a tona uma gravação onde ele ofertava R$ 50 mil a família de Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, para que ele não fechasse um acordo de delação premiada com o Ministério Público.
Imagem: Reuters
Senador Delcídio do Amaral
Senador Delcídio do AmaralNesta terça-feira, ele deveria se fazer presente em uma sessão no Conselho de tica para prestar depoimento sobre um processo no qual ele é investigado por quebra de decoro parlamentar.
Desde que saiu da prisão, no dia 19 de fevereiro, Delcídio não retornou mais ao Senado. O ex-líder do governo e ex-filiado ao PT foi preso acusado de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato e liberado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para recolhimento domiciliar após fechar acordo de delação premiada e colaborar com as investigações. No entanto, ele estava permitido de sair de casa apenas para trabalhar.
A prisão aconteceu logo após vir a tona uma gravação onde ele ofertava R$ 50 mil a família de Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, para que ele não fechasse um acordo de delação premiada com o Ministério Público.
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