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Teresina é a 2ª capital onde mais se bebe e dirige, aponta estudo

A primeira é Palmas (14,2%), em terceiro lugar está Florianópolis (12,1%) seguida de Cuiabá (9,9%) e Boa Vista (9,3%).

Wanessa Gommes
Teresina
- atualizado

O Ministério da Saúde divulgou, nesta segunda-feira (24), dados de estudo realizado pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), em 2018, que mostra o número de condutores que conduziram veículos após consumo de bebida alcoólica, dentre outros dados.

Segundo o estudo, Teresina é a 2ª capital com o maior número de motoristas que dirigem sob efeito de álcool, com 12,4%. A primeira é Palmas (14,2%), em terceiro lugar está Florianópolis (12,1%) seguida de Cuiabá (9,9%) e Boa Vista (9,3%). Já as capitais que apresentaram os menores índices são: Recife (2,2%); Rio de Janeiro (2,9%); Vitória (3,2%); Salvador (3,6%) e Natal (4,2%).

A pesquisa apontou ainda que a proporção de adultos que informaram que conduziram veículos motorizados após consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica foi de 5,3%, sendo maior entre homens (9,3%) do que mulheres (2%).

Já a associação entre consumo de álcool e direção ocorreu principalmente em indivíduos de maior escolaridade (8,6%) e com idade entre 25 e 34 anos (7,9%).

Vigitel

O Vigitel é uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde que desde 2006 monitora diversos fatores de risco e proteção relacionados à saúde, incluindo a temática de trânsito, em todas as capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Nesta edição foram entrevistadas por telefone 52.395 pessoas, maiores de 18 anos, entre fevereiro e dezembro de 2018.

Programa Vida no Trânsito

Em parceria com estados e municípios, o Ministério da Saúde desenvolve, desde 2010, o Programa Vida no Trânsito - PVT que se apresenta como a principal resposta aos desafios da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Década de Ações pela Segurança no Trânsito, cuja meta é reduzir 50% dos óbitos por acidentes de trânsito entre 2011 a 2020. Trata-se de um Programa intersetorial que busca, a partir de evidências produzidas localmente, com base na análise integrada de dados, subsidiar intervenções nos âmbitos de engenharia no trânsito, fiscalização, educação e atenção às vítimas.

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