Teresina - PI

Vereador Joaquim do Arroz nega acordo para se filiar ao PT

Eu disse que tinha simpatia pelo partido, mas não foi um convite direto de que eu viesse para o PT”, informou.

Jonas Carvalho
Teresina
Germana Chaves
Teresina

Durante entrevista ao GP1, na manhã desta terça-feira (09), o vereador de Teresina Joaquim do Arroz (sem partido), negou tratativas com o Partido dos Trabalhadores para acertar sua filiação à legenda.

Na última segunda-feira (08), o parlamentar esteve reunido com o deputado federal Assis Carvalho (PT). De acordo com Joaquim, o teor do encontro girou em torno das possibilidades de o vereador integrar os quadros da sigla na próxima janela partidária, mas não recebeu um convite direto.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Joaquim do ArrozJoaquim do Arroz

“Ele num determinado momento da conversa questionou a minha simpatia com o partido dele [PT]. Eu disse que tinha simpatia pelo partido, pelos projetos, pelo trabalho, principalmente pelo governador Wellington Dias, mas não um convite direto de que eu viesse para o PT”, informou.

Simpatia de Gilberto Paixão

Ventilado nos bastidores do PT, o nome de Joaquim do Arroz agrada o atual presidente do diretório municipal do partido em Teresina, Gilberto Paixão. Surpreso com o posicionamento, o parlamentar não deu pistas sobre o seu futuro partidário, mas cravou que continua na oposição ao prefeito Firmino Filho (PSDB).

“Foi? Sabia disso não. Eu acho bacana. É melhor você ser simpatizado do que antipatizado, mas vamos aguardar os fatos. De uma coisa eu tenho certeza: eu não vou me filiar, nem vou marchar com partidos ao Palácio da Cidade”, disse.

Rivalidade de FlaFlu

No entanto, vereador contou que disputas internas no Partido dos Trabalhadores podem deixá-lo distante de uma resposta positiva ao diretório municipal do partido.

“O PT é muito complexo, é um partido de vários donos, é um partido de vários seguimentos, de várias posturas, correntes, então, o Assis é uma corrente. Você está vendo agora mesmo numa disputa interna ferrenha, parece FlaFlu. Então, para eu chegar e dizer que vou para o PT por A ou por B é complicado”, concluiu o vereador.

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