O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI) está investigando denúncias de supostas irregularidades no setor de fisioterapia da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Promorar, localizada na zona sul de Teresina, gerida pela Fundação Municipal de Saúde (FMS). O inquérito civil foi instaurado nessa segunda-feira (29) pelo promotor de Justiça Marcelo de Jesus Monteiro Araújo.

A investigação teve início a partir de um procedimento preparatório instaurado após denúncia apresentada pelo Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 14ª Região (CREFITO-14).

Foto: Lucas Dias/GP1
UPA do Promorar

O teor da denúncia com as supostas irregularidades apontadas pelo CREFITO não foi detalhado na portaria do Ministério Público.

A conversão do procedimento preparatório em inquérito civil tem como objetivo aprofundar a apuração dos fatos e verificar se houve falhas na prestação do serviço de fisioterapia oferecido pela unidade de saúde.

FMS é alvo de outros inquéritos

No dia 16 de junho, o Ministério Público do Estado do Piauí instaurou um Procedimento Preparatório de Inquérito Civil para apurar uma denúncia sobre a possível insuficiência de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais na rede pública de saúde da Prefeitura de Teresina, gerida pelo prefeito Sílvio Mendes (União Brasil).

De acordo com a portaria, a investigação foi aberta após o recebimento de informações que apontam possível déficit de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais nos serviços de saúde municipais.

Sem anúncio no momento

No mês anterior, o Ministério Público do Estado do Piauí já havia aberto procedimento preparatório de inquérito civil para apurar denúncias de irregularidades na estrutura física e no quadro de profissionais da Maternidade Professor Wall Ferraz (CIAMCA) , em Teresina.

Outro lado

Procurada pelo GP1 , a assessoria de comunicação da Fundação Municipal de Saúde não se manifestou até a publicação desta reportagem. O espaço está aberto para esclarecimentos.