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Teresina - Piauí

Governador Wellington Dias pede valorização à Constituição

“Eu acho que não tem nada que substitua o voto. Só quem o busca sabe a importância que tem o voto. Precisamos valorizar muito a nossa constituição e os eleitos”, disse.

O governador Wellington Dias comentou ao GP1 a atual situação política do país. Sem citar diretamente o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Senado da República, onde Renan Calheiros é réu no Supremo, o chefe do executivo estadual disse que a constituição do país e os eleitos através do voto devem ser valorizados.

Wellington Dias afirmou que as ações do governo devem seguir o regime democrático. “Eu sei que vivemos um momento muito delicado no Brasil. Eu acho que a gente tem que trabalhar para combater a corrupção, combater o crime organizado e qualquer outra forma de crime. Mas temos que fazer isso com democracia, sem abuso de poder e preservando as conquistas do povo brasileiro”, disse o governador.

  • Foto: Marcelo Cardoso/GP1 Governador Wellington Dias Governador Wellington Dias

“Eu acho que não tem nada que substitua o voto. Só quem o busca sabe a importância que tem o voto. Precisamos valorizar muito a nossa constituição e os eleitos”, finalizou o governador Wellington Dias.

Renan Calheiros réu no STF 

 


O Supremo Tribunal Federal decidiu na última quinta-feira (01), por 8 votos a 3, aceitar a denúncia contra Renan Calheiros (PMDB), pelo crime de peculato. Na mesma sessão foram rejeitadas as denúncias de falsidade ideológica e uso de documento falso. O caso tramita a nove anos no STF. 

Em uma nova sessão nesta quarta-feira (07), o STF decidiu que Renan Calheiros permanece na presidência do Senado, mas sai da linha sucessória da presidência da República, pois é réu em ação penal no Supremo. Os ministros Celso de Melo, Teori Zavascki, Dias Toffoli, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski e Carmén Lúcia votaram contra o afastamento do senador. Já Rosa Weber, Edson Fachin e Marco Aurélio Mello (autor da liminar) votaram pelo afastamento de Renan. Os ministros Gilmar Mendes e Roberto Barroso não participaram do julgamento. 

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