Desigualdade, injustiça e falta de espaço são algumas das desvantagens citadas pela candidata a prefeita de Teresina pelo Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), Luciane Santos, na corrida pela prefeitura da Capital.
Em entrevista ao GP1, ela afirmou que existe um jogo de cartas marcadas dentro da política. “Muita gente nos pergunta porque não decolamos nas pesquisas eleitorais, mas decolar como se não há igualdade? Os burgueses falam muito em democracia, mas só nos dão oito segundos para apresentarmos nossas propostas e programa de governo, enquanto o atual prefeito, o candidato do governador e o deputado estadual têm todo tempo do mundo”, criticou Luciane.
- Foto: Lucas Dias/GP1
Luciane Santos
A candidata a prefeita ressaltou ainda que a disputa é feita de forma injusta. “Eu queria ver se fosse proibido o financiamento de empresários e a disputa fosse feita em pé de igualdade, se a gente não iria pontuar. O espaço para gente é tão fechado, que apenas uma emissora nos convidou para o debate. Sempre excluem as mulheres nessa sociedade machista”, destacou.
Luciane afirmou que tem convicção que não estará no segundo turno, e ressalta que vai defender o voto nulo. “Não vamos apoiar partido de burguesia, porque eles não representam as mulheres e nem os trabalhadores. Vamos defender o voto nulo”, finalizou.
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