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Teresina - Piauí

População do Porto Alegre reclama de galeria a céu aberto

A galeria tem servido de depósito de lixo, acúmulo de insetos e doenças.

Lucas Dias/GP1 1 / 13 Raimundo Nonato da Silva Raimundo Nonato da Silva
Lucas Dias/GP1 2 / 13 Urubu dentro da galeria a céu aberto Urubu dentro da galeria a céu aberto
Lucas Dias/GP1 3 / 13 Sacolas jogadas na galeria Sacolas jogadas na galeria
Lucas Dias/GP1 4 / 13 Ponte feita por moradores Ponte feita por moradores
Lucas Dias/GP1 5 / 13 plásticos e garrafas jogadas na galeria plásticos e garrafas jogadas na galeria
Lucas Dias/GP1 6 / 13 Os moradores fizeram uma ponte de madeira para atravessar a galeria Os moradores fizeram uma ponte de madeira para atravessar a galeria
Lucas Dias/GP1 7 / 13 Lixo jogado na galeria Lixo jogado na galeria
Lucas Dias/GP1 8 / 13 Garrafa de vidro jogada na galeria Garrafa de vidro jogada na galeria
Lucas Dias/GP1 9 / 13 Galeria a céu aberto Galeria a céu aberto
Lucas Dias/GP1 10 / 13 Galeria a céu aberto no Porto Alegre Galeria a céu aberto no Porto Alegre
Lucas Dias/GP1 11 / 13 Galeria a céu aberto no bairro porto Alegre Galeria a céu aberto no bairro porto Alegre
Lucas Dias/GP1 12 / 13 Criaça atravessa galeria por uma ponte de madeira Criaça atravessa galeria por uma ponte de madeira
Lucas Dias/GP1 13 / 13 Antônio Pereira de Lucena Antônio Pereira de Lucena

A população que reside na rua Celsa Veras, localizada no bairro Porto Alegre, zona sul de Teresina, vem sofrendo com uma galeria a céu aberto, que há bastante tempo tem servido de depósito de lixo, acúmulo de insetos e doenças. Além da saúde dos moradores, a mobilidade também fica prejudicada. Os veículos precisam fazer longas voltas para terem acesso ao outro lado e os pedestres atravessam pontes feitas pela própria comunidade, correndo riscos de caírem.

O motorista Raimundo Nonato da Cruz, mora há 18 anos de frente para a galaria, e tem muito do que reclamar. “Isso tem que ser coberto, no projeto, essa galeria é pra ser coberta, mas fizeram só esse buraco, que acumula inseto, mau cheiro e doença. “E o IPTU eu pago todo mês, e muito caro”, declarou ao GP1.

Para o pedreiro Raimundo Nonato da Silva, falta consciência das pessoas que jogam lixo no local. “Estão matando todos nós, até bicho morto as pessoas vem jogar aqui, como agente pode viver em um local como esses?! Tinha um terreno aqui perto onde as pessoas jogavam lixo, mas a prefeitura proibiu, agora o povo vem e joga na galeria”, explicou.

Outro lado

Procurado pelo GP1, o superintendente executivo da SDU sul, Paulo Roberto, explicou que, como no caso do Parque Afonso Gil, a prefeitura não dispõe de recursos para realizar a obra ainda neste ano.

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