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Teresina - Piauí

Fábio Abreu diz que Fábio Xavier vai continuar no comando do PL

No Piauí, o partido comandado por Fábio Xavier, faz parte da base de sustentação de Wellington Dias.

O deputado federal Fabio Abreu negou diálogos acerca da mudança de comando do Diretório do PL no Piauí, exercido pelo deputado estadual Fábio Xavier. Ele afirmou que ao contrário do que chegou a ser ventilado nos bastidores, Xavier possui uma relação próxima com Valdemar Costa Neto, dirigente nacional do Partido Liberal.

O nome da deputada federal Marina Santos chegou a ser citado nos corredores da política local como possível opção para assumir a agremiação. “Essa independência do partido passa pela permanência do Fábio Xavier no comando. Isso é outro ponto que dentro do partido é pacífico”, afirmou o deputado federal.

Foto: Lucas Dias/GP1Ex-secretário Fábio Abreu
Ex-secretário Fábio Abreu

“Essa questão de presidência, dentro do partido, até sempre ressaltado pelo próprio Valdemar, é um compromisso e questão de honra pessoal dele com o deputado Fábio Xavier. E pelo o que observo dos membros do PL hoje, não tem ninguém com esse interesse de querer ser o presidente”, acrescentou Abreu.

Na avalição de Fábio Abreu se ainda surgir algum comentário nesse sentido, será após a filiação do presidente da República Jair Bolsonaro, que poderá especular a colocar alguém de seu grupo no comando do PL no Piauí, assim como já veio à tona em São Paulo.

“Nesse momento isso não é levado em consideração, o que pode acontecer é alguma especulação da iniciativa do presidente Bolsonaro, caso ele se filie mesmo ao partido. É essa exigência que ele está fazendo a São Paulo, mas não tem informação de que ele vá querer fazer isso em outros estados, principalmente aqui no Piauí”, avaliou Abreu.

Aliança com Wellington

O PL do Piauí, comandado pelo deputado Fábio Xavier, faz parte da base de sustentação do Governo Wellington Dias. Circulou nos bastidores que membros da base estariam desconfortáveis em manter a sigla como aliada, tendo em vista filiação de Bolsonaro. Mesmo com a liberdade dada por Valdemar Costa Neto, a sigla ainda carregaria o peso de ser o partido do presidente.

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