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Teresina - PI

Nossa Senhora da Rosa Mística 'chora sangue' em mosteiro no bairro Jóquei

A manifestação santa aconteceu na madrugada do feriado religioso de Corpus Christi.

Marcelo Cardoso/GP1 1 / 8 A imagem de Nossa Senhora Rosa Mística A imagem de Nossa Senhora Rosa Mística
Marcelo Cardoso/GP1 2 / 8 A imagem de Nossa Senhora Rosa Mística  em Teresina Piauí A imagem de Nossa Senhora Rosa Mística em Teresina Piauí
Marcelo Cardoso/GP1 3 / 8 A imagem de Rosa Mística A imagem de Rosa Mística
Marcelo Cardoso/GP1 4 / 8 Nossa Senhora Rosa Mística Nossa Senhora Rosa Mística
Marcelo Cardoso/GP1 5 / 8 Rosa Mística chorando Rosa Mística chorando
Marcelo Cardoso/GP1 6 / 8 Rosa Mística chorando sangue Rosa Mística chorando sangue
Marcelo Cardoso/GP1 7 / 8 Rosa Mística chorando sangue em Teresina Rosa Mística chorando sangue em Teresina
Marcelo Cardoso/GP1 8 / 8 Sangue na Rosa Mística Sangue na Rosa Mística

No último dia 03 de junho, cristãos católicos que frequentam o Mosteiro Rosa Mística, situado na zona leste de Teresina, foram surpreendidos quando a imagem de Nossa Senhora da Rosa Mística, padroeira da casa, começou a apresentar marcas de sangue no rosto, como se estivesse chorado sangue. O mosteiro fica localizado na Rua Manoel Nogueira Lima, no bairro Jóquei.

O GP1 foi ao local na tarde desta sexta-feira (11), e conversou com os dirigentes da casa. Eles informaram que não é a primeira vez que a imagem da santa aparece com o rosto com lágrimas de sangue.

Em uma publicação no Instagram, os diretores do mosteiro afirmaram que o choro da santa ocorreu na madrugada do dia 3 de junho, feriado de Corpus Christi. “A imagem de Rosa Mística voltou a verter lágrimas de sangue na madrugada de Corpus Christi”, diz trecho da publicação.

De acordo com os religiosos que vivem no local, a motivação para o choro de Nossa Senhora da Rosa Mística seria os diversos conflitos de interesse que estão ocorrendo dentro das igrejas católicas.

As primeiras lágrimas

Conforme relatos de religiosos, o ex-arcebispo de Teresina Dom Celso José Pinto, que faleceu em 2018, foi o primeiro a presenciar as lamentações da santa. Em sua primeira manifestação, Nossa Senhora da Rosa Mística chorou durante sete dias e sete noites pedindo que fosse criado o mosteiro que recebeu o seu nome como homenagem.

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