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Teresina - Piauí

Sobrinha do ex-prefeito Dr. Pessoa é presa durante operação por lavagem de dinheiro e associação criminosa

A ação do Departamento de Combate à Corrupção (DECCOR) foi deflagrada nesta terça-feira (14).

Lucas Dias/GP1 1 / 12 Suelene Pessoa foi presa nesta terça Suelene Pessoa foi presa nesta terça
Lucas Dias/GP1 2 / 12 Suelene Pessoa foi presa nesta terça Suelene Pessoa foi presa nesta terça
Lucas Dias/GP1 3 / 12 Viatura policial Viatura policial
Lucas Dias/GP1 4 / 12 Marcus Almeida preso pela Polícia Civil Marcus Almeida preso pela Polícia Civil
Lucas Dias/GP1 5 / 12 Marcus Almeida Marcus Almeida
Lucas Dias/GP1 6 / 12 Delegado Ferdinando Martins Delegado Ferdinando Martins
Lucas Dias/GP1 7 / 12 Documentos apreendidos Documentos apreendidos
Lucas Dias/GP1 8 / 12 Polícia apreendeu diversos veículos Polícia apreendeu diversos veículos
Lucas Dias/GP1 9 / 12 Carro apreendido Carro apreendido
Divulgação/Polícia Civil do Piauí 10 / 12 Associação Beneficente a favor da Vida e da Esperança Associação Beneficente a favor da Vida e da Esperança
Divulgação/Polícia Civil do Piauí 11 / 12 Cumprimento de mandado na associação comandada por Sol Pessoa Cumprimento de mandado na associação comandada por Sol Pessoa
Divulgação/Polícia Civil do Piauí 12 / 12 Polícia cumprindo mandado de busca Polícia cumprindo mandado de busca

A sobrinha do ex-prefeito Dr. Pessoa, Suelene Pessoa, a Sol, foi presa na manhã desta terça-feira (14) pela Polícia Civil durante a Operação Gabinete de Ouro. A investigação apura a prática dos crimes associação criminosa, peculato e lavagem de dinheiro na Prefeitura de Teresina.

A ação do Departamento de Combate à Corrupção (DECCOR) visa cumprir quatro mandados de prisão e sete mandados de busca e apreensão em diversos endereços da capital, incluindo uma empresa e uma associação beneficente.

O inquérito policial teve início a partir de uma denúncia anônima, na qual a polícia recebeu um dossiê que revelou a existência de um esquema de corrução que incluía “rachadinhas” na prefeitura, exigência de vantagens indevidas, recebimento de propina, entre outras ações ilícitas.

Rachadinhas

Uma denúncia apontou a concentração de plenos poderes nas mãos de uma pessoa, que chefiava o gabinete da administração municipal e detinha total controle sobre contratações e pagamentos de terceirizados, exigindo metade do salário de centenas de trabalhadores, no famoso esquema de rachadinha.

Essa pessoa contava com total apoio de um empresário e ex-servidor público, acusado de operar esse esquema. No dossiê enviado à polícia, ele é chamado de “magnata dos terceirizados”.

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