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Teresina - Piauí

Coronel Feitosa defende políticas de prevenção à criminalidade com foco nos jovens

Segundo Nelson Feitosa, sua atuação na Alepi será voltada principalmente para a juventude.

O coronel Nelson Feitosa, pré-candidato a deputado estadual pelo PSD, afirmou que pretende priorizar políticas públicas voltadas à prevenção da criminalidade, caso seja eleito nas eleições de 4 de outubro. A declaração foi concedida em entrevista à TV GP1 nessa quinta-feira (9).

Segundo Nelson Feitosa, sua atuação na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) será voltada principalmente para a juventude, com foco em ações que fortaleçam a família, ampliem o acesso à educação de qualidade e promovam oportunidades de qualificação e emprego. "O meu projeto é muito para o jovem, não só na parte familiar, mas para que ele também tenha uma referência. O nosso jovem precisa de uma referência. Ninguém nasce criminoso, nenhuma criança nasce criminosa. A nossa sociedade constrói os criminosos", afirmou.

Prevenção como prioridade

Durante a entrevista, o coronel defendeu que investimentos em escolas de tempo integral, projetos sociais, geração de emprego e qualificação profissional são fundamentais para reduzir os índices de criminalidade no estado. "Para que a gente possa entender melhor, a base familiar, uma escola de tempo integral de qualidade, a questão de projetos sociais importantes, geração de emprego e renda, qualificação da nossa juventude precisam ser pautas defendidas por nós", declarou.

Nelson Feitosa ressaltou ainda que acredita na prevenção como estratégia mais eficiente para combater a violência e evitar que jovens ingressem na criminalidade. "Fazendo a prevenção primária, realizando um trabalho que pegue o nosso jovem e o entregue cidadão para a sociedade, nós teremos um criminoso a menos. Trabalhando essa pauta de prevenção, teremos uma sociedade mais tranquila e com menos criminosos", pontuou.

O pré-candidato também chamou atenção para os índices de reincidência criminal no Piauí e afirmou que apenas o encarceramento não é suficiente para enfrentar o problema. "A nossa taxa de reincidência é de quase 50% no estado do Piauí. Ou seja, quem é preso, em torno de 50% retorna. Só prender não resolve. É muito mais fácil, embora trabalhoso, construir uma política de prevenção para que o nosso jovem não entre no crime. Isso não significa que prender não seja importante", concluiu o coronel Nelson Feitosa.

Com colaboração do repórter Neile Castelo Branco

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