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Teresina - Piauí

Justiça do Piauí manda soltar dono da DF Group uma semana após prisão

A informação foi confirmada ao GP1 pela advogada Taline Prado, que representa o empresário.

A Justiça do Piauí determinou a soltura do trader Douglas Fonseca, dono da DF Group, que havia sido preso há uma semana pela Polícia Civil do Piauí, em Teresina, por suspeita de estelionato. A decisão é desta sexta-feira (17). A soltura foi concedida após pedido de habeas corpus impetrado pelos advogados Fernando Amaral, Taline Prado, Djalma Filho, Galvão Neto e João Pedro Morais.

A informação foi confirmada ao GP1 pela advogada do empresário, Taline Prado. Douglas Fonseca foi preso junto de mais de 10 pessoas pela equipe do delegado Matheus Zanatta, responsável pelas investigações.

Foto: Luís Marcos/GP1Douglas Fonseca sendo levado na viatura do BOPE
Douglas Fonseca sendo preso

Segundo a investigação, o trader liderava uma organização criminosa que atuava de forma estruturada em fraudes eletrônicas para obter vantagens ilícitas, utilizando mecanismos para ocultar e dissimular os recursos obtidos através das práticas criminosas.

O levantamento da Polícia Civil aponta que, somente em Teresina, a atuação do grupo fez pelo menos 70 vítimas.

Operação

A operação que mirou Douglas Fonseca foi deflagrada no dia 10 de julho. Foram cumpridos mandados de prisão, busca e apreensão, bloqueios de contas e realizadas apreensões de veículos. Além disso, a DF Group, sediada na zona Leste de Teresina, teve as atividades suspensas.

O GP1 obteve com exclusividade os nomes dos presos, além de Douglas Fonseca: Ícaro Teixeira de Sousa, Milena Alves Torres, Viviane Alves da Silva (gerente do DF Group), Eduardo Lima de Sousa, Jaquenilson Alvino de Sousa Abreu, Janda Maira de Sousa Silva, Caio Guilherme Campelo, Caio Fonseca Araújo e Vitória Gabriel Conceição Fonseca Araújo.

Contas bancárias

O delegado Matheus Zanatta informou que a Justiça encontrou apenas R$ 38,00 na conta bancária de Douglas Fonseca. Já nas contas ligadas DF Group, foram localizados apenas R$ 5 mil. O montante contrasta com a vida de ostentação e luxo publicadas pelo trader nas redes sociais.

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