O presidente da Associação Piauiense do Ministério Público – APMP – Flávio Teixeira reafirmou hoje (10) sua defesa aos promotores Eliardo Cabral e Ubiraci Rocha que estão à frente do caso Fernanda Lages. Flávio e a Associação haviam se pronunciado a favor dos promotores após divergências envolvendo o Ministério Público e a Polícia Civil durante as investigações sobre a morte da estudante de direito.
Flávio Teixeira falou, em entrevista a um meio de comunicação local, sobre as declarações do delegado Paulo Nogueira, responsável pelas investigações da morte Fernanda Lages feitas pela Polícia Civil. “Ele foi infeliz em sua declaração quando afirmou que os promotores do MP que acompanham as investigações nunca leram nenhuma página doa autos do inquérito, e isso a Associação não poderia ouvir e ficar em silêncio”, disse o promotor.
Falta de promotores no Piauí
O promotor falou ainda da carência de promotores no estado do Piauí. “Para cumprir a lei hoje precisamos de pelo menos mais 60 promotores e mesmo assim vamos estar presentes em 93 municípios e deixar a descoberto 131”, disse Flávio Teixeira. “Outro ponto que precisa de urgente solução é o reduzido número de servidores efetivos. É preciso que se faça concurso para essa questão também” completou.
Segundo Flávio Nogueira, o Ministério Público do Piauí precisa hoje de cerca de 150 milhões para cumprir com suas atribuições. “É necessário no mínimo esse valor para que possamos resolver diversos problemas e oferecer um trabalho de melhor qualidade para a sociedade”, disse o promotor. “Além disso os ajustes salariais não supriram as nossas perdas ocorridas ao longo dos últimos anos”, finalizou.
Flávio Teixeira falou, em entrevista a um meio de comunicação local, sobre as declarações do delegado Paulo Nogueira, responsável pelas investigações da morte Fernanda Lages feitas pela Polícia Civil. “Ele foi infeliz em sua declaração quando afirmou que os promotores do MP que acompanham as investigações nunca leram nenhuma página doa autos do inquérito, e isso a Associação não poderia ouvir e ficar em silêncio”, disse o promotor.
Falta de promotores no Piauí
O promotor falou ainda da carência de promotores no estado do Piauí. “Para cumprir a lei hoje precisamos de pelo menos mais 60 promotores e mesmo assim vamos estar presentes em 93 municípios e deixar a descoberto 131”, disse Flávio Teixeira. “Outro ponto que precisa de urgente solução é o reduzido número de servidores efetivos. É preciso que se faça concurso para essa questão também” completou.
Segundo Flávio Nogueira, o Ministério Público do Piauí precisa hoje de cerca de 150 milhões para cumprir com suas atribuições. “É necessário no mínimo esse valor para que possamos resolver diversos problemas e oferecer um trabalho de melhor qualidade para a sociedade”, disse o promotor. “Além disso os ajustes salariais não supriram as nossas perdas ocorridas ao longo dos últimos anos”, finalizou.

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