Fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apreenderam durante o mês de setembro, na cidade de Parnaíba, a 330 quilômetros ao Norte de Teresina, 449 marrecas que se encontravam em cativeiro e deveriam ser comercializadas com restaurantes do litoral piauiense.
A operação, batizada de Viuvinha, resultou na aplicação de multas, que somadas chegam a R$ 224,5 mil. Segundo o chefe do escritório regional do Ibama em Parnaíba, Antônio Pereira, as aves silvestres estavam em quatro residências, que já vinham sendo monitoradas pela equipe de fiscalização há alguns dias. Após as avaliações dos técnicos do órgão, as aves foram devolvidas à natureza.
Pereira considera importante a participação da população para o sucesso do trabalho de fiscalização do Ibama. “As denúncias, que podem ser feitas de forma anônima, são fundamentais para o êxito do combate ao tráfico de animais silvestres”.
Além das penas administrativas, que incluem multa, a pessoa flagrada com animais silvestres também responde pelo crime na justiça. Se o flagrante ocorrer em área de conservação, o crime passa a ser tratado pela justiça federal. A multa por cada animal é de R$ 500, mas pode chegar a R$ 5 mil se o animal estiver em risco de extinção.
As principais áreas de caça no Piauí são as regiões dos Cerrados e da Caatinga. Dos animais, o tatu é o mais perseguido. Entre as aves que são capturadas em maior número, estão canário, galo de campina, curió e papagaios.
A operação, batizada de Viuvinha, resultou na aplicação de multas, que somadas chegam a R$ 224,5 mil. Segundo o chefe do escritório regional do Ibama em Parnaíba, Antônio Pereira, as aves silvestres estavam em quatro residências, que já vinham sendo monitoradas pela equipe de fiscalização há alguns dias. Após as avaliações dos técnicos do órgão, as aves foram devolvidas à natureza.
Pereira considera importante a participação da população para o sucesso do trabalho de fiscalização do Ibama. “As denúncias, que podem ser feitas de forma anônima, são fundamentais para o êxito do combate ao tráfico de animais silvestres”.
Além das penas administrativas, que incluem multa, a pessoa flagrada com animais silvestres também responde pelo crime na justiça. Se o flagrante ocorrer em área de conservação, o crime passa a ser tratado pela justiça federal. A multa por cada animal é de R$ 500, mas pode chegar a R$ 5 mil se o animal estiver em risco de extinção.
As principais áreas de caça no Piauí são as regiões dos Cerrados e da Caatinga. Dos animais, o tatu é o mais perseguido. Entre as aves que são capturadas em maior número, estão canário, galo de campina, curió e papagaios.
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