O sentimento é de revolta para a família de Ana Carolina de Oliveira Silva, 21 anos, morta eletrocutada no início da noite desta segunda-feira (10) próximo ao Clube da APCEF, na Avenida Presidente Kennedy, zona Leste de Teresina, que teve parte do corpo carbonizado no acidente.
O portal GP1 conversou com familiares e vizinhos da vítima que denunciaram que o problema não é de hoje e que outras pessoas já levaram choque no mesmo local.
Seu Antonio Sousa Silva, 56 anos, pai da vítima, falou ao GP1, que quer uma solução para a morte da jovem mãe, que deixou dois filhos pequenos.
“Ela saiu de casa para comprar presente do Dia das Crianças e ela não voltou mais. Pegou fogo e morreu. Ela arremessou o filho, que só teve leve escoreações. Aqui todo mundo chora, todo mundo gostava, gosta dela e da família. A gente nunca tinha visto uma morte dessa trágica, horrível”, disse o pai emocionado.
Indagado se a família acionará judicialmente a empresa, seu Antonio disse que quer saber o que aconteceu com a filha e saber quem é o responsável.
“A menina não volta mais, ela morreu. Mas a gente vai ver como vai ficar e vamos atrás das responsabilidades. Vamos querer uma solução para essa morte, saber o que aconteceu. Ela deixou dois filhos e ficou toda queimada, só ficaram as pernas”, disse comovido.
A senhora Ana Fernandes Nascimento, uma vizinha deficiente, que anda de próteses e bengala, que estava presente no velório, afirmou a nossa reportagem que também já sofreu descarga elétrica no mesmo local que a jovem morreu.
“Deus é maior, porque se não eu tinha morrido. Sábado por volta das 10h30minh, sai de casa para visitar minha ex-patroa e ao passar pelo local, levei um grande choque, que cai no chão. Meus óculos quebraram também. Minha sorte é que eu não passei pela calçada e o poste (por onde Ana Carolina passou) e sim pela valeta. Eu estava passando, quando coloquei minha bengala em cima da calçada, levei um choque terrível e cai. Minha sorte é que passou um filho de Deus e me socorreu e ainda uso essas proteses e sandália de borracha”, relatou a senhora.
O velório de Ana Carolina acontece na casa da família, no bairro Planalto Ininga e várias pessoas compareceram ao local.
O portal GP1 conversou com familiares e vizinhos da vítima que denunciaram que o problema não é de hoje e que outras pessoas já levaram choque no mesmo local.
Seu Antonio Sousa Silva, 56 anos, pai da vítima, falou ao GP1, que quer uma solução para a morte da jovem mãe, que deixou dois filhos pequenos.
“Ela saiu de casa para comprar presente do Dia das Crianças e ela não voltou mais. Pegou fogo e morreu. Ela arremessou o filho, que só teve leve escoreações. Aqui todo mundo chora, todo mundo gostava, gosta dela e da família. A gente nunca tinha visto uma morte dessa trágica, horrível”, disse o pai emocionado.
Indagado se a família acionará judicialmente a empresa, seu Antonio disse que quer saber o que aconteceu com a filha e saber quem é o responsável.
“A menina não volta mais, ela morreu. Mas a gente vai ver como vai ficar e vamos atrás das responsabilidades. Vamos querer uma solução para essa morte, saber o que aconteceu. Ela deixou dois filhos e ficou toda queimada, só ficaram as pernas”, disse comovido.
A senhora Ana Fernandes Nascimento, uma vizinha deficiente, que anda de próteses e bengala, que estava presente no velório, afirmou a nossa reportagem que também já sofreu descarga elétrica no mesmo local que a jovem morreu.
“Deus é maior, porque se não eu tinha morrido. Sábado por volta das 10h30minh, sai de casa para visitar minha ex-patroa e ao passar pelo local, levei um grande choque, que cai no chão. Meus óculos quebraram também. Minha sorte é que eu não passei pela calçada e o poste (por onde Ana Carolina passou) e sim pela valeta. Eu estava passando, quando coloquei minha bengala em cima da calçada, levei um choque terrível e cai. Minha sorte é que passou um filho de Deus e me socorreu e ainda uso essas proteses e sandália de borracha”, relatou a senhora.
Imagem: Reprodução
Jovem morta em cima da calçada. Foto demonstra também, a valeta, que a senhora Ana Fernandes, passou quando levou o choque.
Jovem morta em cima da calçada. Foto demonstra também, a valeta, que a senhora Ana Fernandes, passou quando levou o choque.O velório de Ana Carolina acontece na casa da família, no bairro Planalto Ininga e várias pessoas compareceram ao local.
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