O prefeito Elmano Férrer (PTB) agendou reunião no Palácio da Cidade, às 10h da próxima quinta-feira (20), com os engenheiros e arquitetos da Prefeitura de Teresina para negociar as reivindicações das categorias e buscar o fim da greve iniciada no último dia 13.
No movimento “Liberação Zero”, os profissionais deixaram de liberar qualquer tipo de documento para a realização de obras públicas e particulares porque o prefeito deixou de negociar com as categorias uma proposta de reajuste. Os profissionais aceitaram uma proposta do secretário de Administração José Fortes, que ofereceu uma gratificação de 45% do vencimento, o que representa um impacto na folha salarial em cerca de 0,01%.
Segundo o presidente do Sindicato dos Engenheiros, Antonio Florentino, a proposta é totalmente viável por ser apresentada pela própria Prefeitura de Teresina e por haver o limite de 0,2% de gastos com pessoal para atingir o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. “O fato do próprio secretário José Fortes apresentar uma proposta significa que falta apenas o aval e a vontade do prefeito em conceder esse reajuste e valorizar a sua própria categoria, a dos engenheiros”, esclareceu o sindicalista.
Na manhã desta segunda-feira, os profissionais visitaram a SDU Centro-Norte, a Strans e o Palácio da Cidade onde, junto com o presidente do Sindicato dos Engenheiros Antonio Florentino, apresentaram as reivindicações e fortaleceram o movimento. Durante as reuniões, Florentino percebeu a falta de estrutura nos setores de engenharia, como falta de computadores, impressoras e veículos para fiscalização de obras.
“Na SDU Leste vimos três impressoras dos próprios engenheiros, e cada um trabalha no seu computador pessoal por não haver essa estrutura. Lá só existe um carro para acompanhar as dezenas de obras em andamento, e muitas vezes os engenheiros tem que usar seu próprio carro, sem nenhum tipo de ressarcimento. Os engenheiros e arquitetos estão se doando ao serviço público e o prefeito precisa valorizá-los devido às suas importâncias”, destacou o presidente do sindicato.
No movimento “Liberação Zero”, os profissionais deixaram de liberar qualquer tipo de documento para a realização de obras públicas e particulares porque o prefeito deixou de negociar com as categorias uma proposta de reajuste. Os profissionais aceitaram uma proposta do secretário de Administração José Fortes, que ofereceu uma gratificação de 45% do vencimento, o que representa um impacto na folha salarial em cerca de 0,01%.
Segundo o presidente do Sindicato dos Engenheiros, Antonio Florentino, a proposta é totalmente viável por ser apresentada pela própria Prefeitura de Teresina e por haver o limite de 0,2% de gastos com pessoal para atingir o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. “O fato do próprio secretário José Fortes apresentar uma proposta significa que falta apenas o aval e a vontade do prefeito em conceder esse reajuste e valorizar a sua própria categoria, a dos engenheiros”, esclareceu o sindicalista.
Na manhã desta segunda-feira, os profissionais visitaram a SDU Centro-Norte, a Strans e o Palácio da Cidade onde, junto com o presidente do Sindicato dos Engenheiros Antonio Florentino, apresentaram as reivindicações e fortaleceram o movimento. Durante as reuniões, Florentino percebeu a falta de estrutura nos setores de engenharia, como falta de computadores, impressoras e veículos para fiscalização de obras.
“Na SDU Leste vimos três impressoras dos próprios engenheiros, e cada um trabalha no seu computador pessoal por não haver essa estrutura. Lá só existe um carro para acompanhar as dezenas de obras em andamento, e muitas vezes os engenheiros tem que usar seu próprio carro, sem nenhum tipo de ressarcimento. Os engenheiros e arquitetos estão se doando ao serviço público e o prefeito precisa valorizá-los devido às suas importâncias”, destacou o presidente do sindicato.
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