Nesta quinta-feira (20), integrantes da Associação de Cadeirantes de Teresina (Ascamte) se reuniram com a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal para discutir a prestação dos serviços oferecidos pelo Transporte Eficiente na capital.
De acordo com Waldenício Martins, presidente da Ascamte, a empresa Santa Cruz, que atualmente gerencia o Transporte Eficiente, tem dificultado a utilização do meio de locomoção dos mais de mil deficientes físicos cadastrados. “Há cerca de três meses que para usar o Transporte Eficiente precisamos agendar com dois dias de antecedência, ou seja, quando passamos por alguma emergência não podemos contar com os serviços”, afirma Edivaldo Portela.
Dentre as queixas apresentadas aos membros da comissão, composta pela vereadora Rosário Bezerra (PT), e pelos vereadores Décio Solano (PT) e R. Silva (PP), está a disponibilização de apenas cinco dos nove veículos que integram a frota, além da redução da carga horária de trabalho dos motoristas.
Segundo a vereadora Rosário Bezerra, a Comissão de Direitos Humanos irá requerer, junto a Prefeitura de Teresina, o contrato da empresa que gerencia o Transporte Eficiente no município. Além desta análise de documentos, os vereadores irão convocar representantes da Secretaria Municipal do Trabalho Cidadania e Assistência Social (Semtcas), Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (Strans) e Ministério Público para uma reunião com os cadeirantes na Casa Legislativa.
“Este encontro com todos as partes envolvidas nesta prestação de serviços deve acontecer até o final da próxima semana”, finaliza Rosário Bezerra.
De acordo com Waldenício Martins, presidente da Ascamte, a empresa Santa Cruz, que atualmente gerencia o Transporte Eficiente, tem dificultado a utilização do meio de locomoção dos mais de mil deficientes físicos cadastrados. “Há cerca de três meses que para usar o Transporte Eficiente precisamos agendar com dois dias de antecedência, ou seja, quando passamos por alguma emergência não podemos contar com os serviços”, afirma Edivaldo Portela.
Dentre as queixas apresentadas aos membros da comissão, composta pela vereadora Rosário Bezerra (PT), e pelos vereadores Décio Solano (PT) e R. Silva (PP), está a disponibilização de apenas cinco dos nove veículos que integram a frota, além da redução da carga horária de trabalho dos motoristas.
Segundo a vereadora Rosário Bezerra, a Comissão de Direitos Humanos irá requerer, junto a Prefeitura de Teresina, o contrato da empresa que gerencia o Transporte Eficiente no município. Além desta análise de documentos, os vereadores irão convocar representantes da Secretaria Municipal do Trabalho Cidadania e Assistência Social (Semtcas), Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (Strans) e Ministério Público para uma reunião com os cadeirantes na Casa Legislativa.
“Este encontro com todos as partes envolvidas nesta prestação de serviços deve acontecer até o final da próxima semana”, finaliza Rosário Bezerra.
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