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Piauí

De cada 100 empresas abertas no PI, 75 seguem ativas após dois anos

Segundo o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, o índice de sobrevivência no Brasil é resultado de vários fatores.

De cada 100 micro e pequenas empresas abertas no Piauí, 75 continuam funcionando após os dois primeiros anos de existência. Isto foi o que mostrou a pesquisa Taxa de Sobrevivência das Empresas no Brasil 2011, lançada pelo Sebrae. O estudo tem como base os dados da Receita Federal. No ranking nacional a Paraíba divide a segunda posição com o Ceará, ambas registraram índices de 78,7%. A liderança está com Roraima, 78,8%.

Segundo o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, o índice de sobrevivência no
Brasil é resultado de vários fatores, entre eles o avanço da legislação referente às micro e
pequenas empresas, o aumento na escolaridade dos empreendedores, a maior demanda
por capacitação dos empresários e o forte crescimento do mercado consumidor brasileiro.

De acordo com o Sebrae, os dois primeiros anos de atividade são considerados os mais críticos para uma empresa, entre outras razões porque é necessário conquistar uma base de clientes,e tornar-se conhecido no mercado.

A média nacional foi de 73,1% e dez unidades da federação registraram taxa de sobrevivência acima da média. Em Minas Gerais, 78% das micro e pequenas empresas iniciadas em 2006 permaneceram em atividade dois anos depois. Também ficaram acima da média brasileira: São Paulo (77%), Distrito Federal (75%), Piauí (75%), Alagoas (74%), Rondônia (74%) e Espírito
Santo (73%).

As empresas da região Sudeste apresentam os melhores índices (76,4%). Na sequência, vêm as regiões Sul (71,7%), Nordeste (69,1%), Centro-Oeste (68,3%) e Norte (66,0%). O estudo mostra que as indústrias são as que mais obtêm sucesso. De cada 100 empresas abertas, 75,1% permanecem ativas nos dois anos seguintes. Em seguida, aparecem comércio (74,1%), serviços (71,7%) e construção civil (66,2%).

A taxa de sobrevivência de 73,1% das micro e pequenas empresas se refere àquelas que
nasceram em 2006 e estão há pelo menos dois anos completos em atividade. O índice
demonstra avanço em relação ao ano anterior, já que aquelas que abriram as portas em
2005 tinham 71,9% de sobrevivência.Com informações do G1.

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