Sem laboratório no Estado para fazer análise em fibras têxteis, o governo do Piauí vai enviar os 7 kg de lençóis com o logotipo de hospitais brasileiros comprados pela Folha em uma loja no centro de Teresina para as vigilâncias sanitárias dos municípios onde as instituições estão sediadas.
O objetivo é identificar se os lençóis são novos ou usados. Parte apresentava manchas ou tinha aparência de desgaste após diversas lavagens.
A Vigilância Sanitária do Piauí, que recebeu o material da reportagem, deve enviá-lo a partir de segunda. Não há data para a conclusão da análise.
As 16 instituições de saúde também serão questionadas sobre a origem do material.
São elas: Hospital São José e Maternidade Chiquinha Gallotti (SC), Hospital das Clínicas da Unicamp (SP), Centro Hospitalar Unimed Joinville (SC), Sociedade Portuguesa de Beneficência Ribeirão Preto (SP), Secretaria de Saúde de Santa Catarina, Hospital das Clínicas da USP de Ribeirão Preto (SP), Hospital das Clínicas de Marília (SP) e hospitais São Bernardo S.A. (SP), São Luiz (SP), Real Português (PE), Panamericano, Unimed, Metropolitano, Santa Helena (BA), Jorge Valente (BA), Regional Público do Araguaia (PA).
O dono da loja Capital dos Retalhos, onde a Folha comprou os lençóis, negou que sejam lixo hospitalar e disse que são novos. Após a reportagem, a Vigilância Sanitária foi até a loja, mas não encontrou mais o produto à venda.
A Geisa Tex, empresa de São Paulo que vendeu os tecidos à loja, disse que são sobras de confecção e nada é usado.
O objetivo é identificar se os lençóis são novos ou usados. Parte apresentava manchas ou tinha aparência de desgaste após diversas lavagens.
A Vigilância Sanitária do Piauí, que recebeu o material da reportagem, deve enviá-lo a partir de segunda. Não há data para a conclusão da análise.
As 16 instituições de saúde também serão questionadas sobre a origem do material.
São elas: Hospital São José e Maternidade Chiquinha Gallotti (SC), Hospital das Clínicas da Unicamp (SP), Centro Hospitalar Unimed Joinville (SC), Sociedade Portuguesa de Beneficência Ribeirão Preto (SP), Secretaria de Saúde de Santa Catarina, Hospital das Clínicas da USP de Ribeirão Preto (SP), Hospital das Clínicas de Marília (SP) e hospitais São Bernardo S.A. (SP), São Luiz (SP), Real Português (PE), Panamericano, Unimed, Metropolitano, Santa Helena (BA), Jorge Valente (BA), Regional Público do Araguaia (PA).
O dono da loja Capital dos Retalhos, onde a Folha comprou os lençóis, negou que sejam lixo hospitalar e disse que são novos. Após a reportagem, a Vigilância Sanitária foi até a loja, mas não encontrou mais o produto à venda.
A Geisa Tex, empresa de São Paulo que vendeu os tecidos à loja, disse que são sobras de confecção e nada é usado.
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