A Delegada Vilma Alves, titular da delegacia Especializada da Mulher em Teresina, defende que hajam delegacias também no interior do Piauí. Em entrevista ao Portal GP1, a delegada falou das mazelas e atrocidades porque passam as mulheres pelo interior do estado. Para Vilma Alves, questões culturais da sociedade brasileira são hoje um dos principais empecilhos para a agilidade do combate à violência contra a mulher.
Vilma Alves explicou que o processo de conscientização contra a violência sofrida pelas mulheres em nossa sociedade ainda está em percurso, é uma luta diária, e destacou que as mulheres do interior do Piauí sofrem ainda mais. “A mulher ainda é muito tratada como objeto sexual, de manipulação, de submissão, de exploração, de inferiorização”, lembra a delegada. “E no interior isso é pior ainda, as mulheres sofrem muito mais, pois não tem a implantação das delegacias das mulheres, não tem casa abrigo, não tem um centro de referência, não tem um IML para averiguar uma morte. São vários recursos que hoje são buscados para que a mulher saia em busca da defesa de seus direitos. Isso nós não temos no interior”, enfatizou Vilma Alves.
A delegada, juntamente com outras mulheres que lutam pelos direitos das mulheres, vem realizando um trabalho de conscientização pelo interior do Estado através de palestras para que as mulheres se reconheçam como cidadãs de plenos direitos que são. “Estivemos nas cidades do interior, como por exemplo, São João do Piauí e Campo Maior, para conscientizar as mulheres sobre seus direitos, sobre os avanços desses direitos garantidos pela Constituição de 88”, disse Vilma Alves. “É impressionante como a violência machuca o físico da mulher, destrói sua autoestima, leva à depressão e diminui a qualidade de vida dela e da família. Isso é fato”, disse.
Para a delegada, é preciso que haja por parte das mulheres maior conhecimento sobre a Lei Maria da Penha. “Essa Lei considera a violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. E nossas mulheres vêm sofrendo todo tipo de violência, seja ela criança, adolescente ou adulta, infelizmente”, constatou Vilma.
Delegacias Especializadas da Mulher para o interior
A delegada Vilma Alves explicou que a implantação de delegacias especializadas da mulher no interior é uma necessidade urgente. "Infelizmente as delegacias do interior ainda são precárias, falta pessoal, não existe para essas mulheres nenhum atendimento voltado para seus direitos", disse. "O que a gente tem recebido de denuncias de mulheres espancadas com fio de energia, com pau, com tanto objeto, até com mão de pilão, são muitas orrências, muitas atrocidades que acontecem muito no interior, e o pior, sem um amparo a essas mulheres e aos seus filhos", explicou Vilma.
Por isso é preciso que hajam essas delegacias no interior, para que sejam melhores assistidas e para que a dignidade da mulher piauiense que passa pelos diversos tipo de violência seja resgatada", finalizou.
Vilma Alves explicou que o processo de conscientização contra a violência sofrida pelas mulheres em nossa sociedade ainda está em percurso, é uma luta diária, e destacou que as mulheres do interior do Piauí sofrem ainda mais. “A mulher ainda é muito tratada como objeto sexual, de manipulação, de submissão, de exploração, de inferiorização”, lembra a delegada. “E no interior isso é pior ainda, as mulheres sofrem muito mais, pois não tem a implantação das delegacias das mulheres, não tem casa abrigo, não tem um centro de referência, não tem um IML para averiguar uma morte. São vários recursos que hoje são buscados para que a mulher saia em busca da defesa de seus direitos. Isso nós não temos no interior”, enfatizou Vilma Alves.
A delegada, juntamente com outras mulheres que lutam pelos direitos das mulheres, vem realizando um trabalho de conscientização pelo interior do Estado através de palestras para que as mulheres se reconheçam como cidadãs de plenos direitos que são. “Estivemos nas cidades do interior, como por exemplo, São João do Piauí e Campo Maior, para conscientizar as mulheres sobre seus direitos, sobre os avanços desses direitos garantidos pela Constituição de 88”, disse Vilma Alves. “É impressionante como a violência machuca o físico da mulher, destrói sua autoestima, leva à depressão e diminui a qualidade de vida dela e da família. Isso é fato”, disse.
Para a delegada, é preciso que haja por parte das mulheres maior conhecimento sobre a Lei Maria da Penha. “Essa Lei considera a violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. E nossas mulheres vêm sofrendo todo tipo de violência, seja ela criança, adolescente ou adulta, infelizmente”, constatou Vilma.
Delegacias Especializadas da Mulher para o interior
A delegada Vilma Alves explicou que a implantação de delegacias especializadas da mulher no interior é uma necessidade urgente. "Infelizmente as delegacias do interior ainda são precárias, falta pessoal, não existe para essas mulheres nenhum atendimento voltado para seus direitos", disse. "O que a gente tem recebido de denuncias de mulheres espancadas com fio de energia, com pau, com tanto objeto, até com mão de pilão, são muitas orrências, muitas atrocidades que acontecem muito no interior, e o pior, sem um amparo a essas mulheres e aos seus filhos", explicou Vilma.
Por isso é preciso que hajam essas delegacias no interior, para que sejam melhores assistidas e para que a dignidade da mulher piauiense que passa pelos diversos tipo de violência seja resgatada", finalizou.
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