A paralisação dos engenheiros e arquitetos da Prefeitura de Teresina começa a causar problemas na administração municipal. Iniciado há mais de 10 dias, o movimento “Liberação Zero” impediu a expedição dos documentos necessários para processar o pagamento aos empreiteiros que realizam obras por meio do Município.
Para que o pagamento fosse realizado, a medição da obra teria que ser feita pelos engenheiros para posterior envio da fatura, procedimento que tem data máxima para acontecer até o dia 20 de cada mês.
Nesta segunda-feira (24), em Assembleia Geral realizada pelo Sindicato dos Engenheiros, os profissionais decidiram manter o movimento, principalmente depois da reunião na última sexta-feira, no Palácio da Cidade, quando depois de quatro horas de negociação o prefeito Elmano Férrer pediu mais um prazo para apresentação da contraproposta.
O presidente do Sindicato dos Engenheiros do Piauí, Antonio Florentino, disse que os profissionais decidiram manter a greve porque notaram falta de interesse da Prefeitura em resolver o problema das categorias. “Ficou acertado que até o dia 11 de novembro, o secretário João Alberto apresentará uma proposta. Até lá, o movimento continua por decisão unânime dos profissionais que estão engajados nessa luta”, explicou o sindicalista.
Segundo Florentino, em reuniões anteriores, foi apresentada uma proposta pelo secretário de Administração, José Fortes, e que foi aceita pelas categorias. Na oportunidade, o gestor disse que havia possibilidade financeira da Prefeitura pagar inclusive com retroativo.
Entretanto, na audiência com o prefeito na semana passada, nenhuma proposta foi colocada para negociação e os gestores ainda demonstraram que há margem de recursos para realizar o reajuste pedido pelos profissionais. “Eles mostraram que falta mais de 2% para chegar ao limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, e a proposta da própria Prefeitura para as categorias representa apenas 0,2%. Se o reajuste não acontecer é por falta de interesse do prefeito”, criticou o engenheiro Antonio Florentino.
Para que o pagamento fosse realizado, a medição da obra teria que ser feita pelos engenheiros para posterior envio da fatura, procedimento que tem data máxima para acontecer até o dia 20 de cada mês.
Nesta segunda-feira (24), em Assembleia Geral realizada pelo Sindicato dos Engenheiros, os profissionais decidiram manter o movimento, principalmente depois da reunião na última sexta-feira, no Palácio da Cidade, quando depois de quatro horas de negociação o prefeito Elmano Férrer pediu mais um prazo para apresentação da contraproposta.
O presidente do Sindicato dos Engenheiros do Piauí, Antonio Florentino, disse que os profissionais decidiram manter a greve porque notaram falta de interesse da Prefeitura em resolver o problema das categorias. “Ficou acertado que até o dia 11 de novembro, o secretário João Alberto apresentará uma proposta. Até lá, o movimento continua por decisão unânime dos profissionais que estão engajados nessa luta”, explicou o sindicalista.
Segundo Florentino, em reuniões anteriores, foi apresentada uma proposta pelo secretário de Administração, José Fortes, e que foi aceita pelas categorias. Na oportunidade, o gestor disse que havia possibilidade financeira da Prefeitura pagar inclusive com retroativo.
Entretanto, na audiência com o prefeito na semana passada, nenhuma proposta foi colocada para negociação e os gestores ainda demonstraram que há margem de recursos para realizar o reajuste pedido pelos profissionais. “Eles mostraram que falta mais de 2% para chegar ao limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, e a proposta da própria Prefeitura para as categorias representa apenas 0,2%. Se o reajuste não acontecer é por falta de interesse do prefeito”, criticou o engenheiro Antonio Florentino.
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