O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Piauí, Sigifroi Moreno Filho, está preocupado com o acirramento das discussões entre as autoridades que atuam no caso Fernanda Lages.
Hoje, pela manhã, em entrevista a uma emissora de TV, o promotor Eliardo Cabral chegou a intimar, pela TV, o deputado Robert Rios para depor no MP. Além disso, Cabral se referiu ao advogado Nazareno Thé como “uma mentira para a advocacia piauiense”.
“A OAB-PI já se manifestou publicamente que quer providências na elucidação deste caso que vem intrigando a opinião pública do estado do Piauí. No entanto, é preciso que as autoridades tenham equilíbrio e prudência em suas ações para que a sociedade não fique, em vez de satisfeita, mais confusa e contestando as instituições”, avalia Sigifroi.
Para Moreno, não é atacando a advocacia ou advogados em particular que o Ministério Público vai indicar uma solução plausível para o caso. “Esse é o momento de conjugação de esforços institucionais para o desvendamento dos fatos. Não o de ataque a pessoas ou a instituições”, alertou o presidente.
Sigifroi reforça, contudo, que confia no trabalho dos promotores e que espera que, dentro em breve, a sociedade piauiense tenha as respostas satisfatórias para todas as indagações que cercam o caso, com a punição dos possíveis culpados, caso as investigações os apontem. E ressalta: a OAB-PI estará vigilante neste sentido.
Hoje, pela manhã, em entrevista a uma emissora de TV, o promotor Eliardo Cabral chegou a intimar, pela TV, o deputado Robert Rios para depor no MP. Além disso, Cabral se referiu ao advogado Nazareno Thé como “uma mentira para a advocacia piauiense”.
Imagem: Divulgação/GP1
Sigifroi Moreno
Sigifroi Moreno“A OAB-PI já se manifestou publicamente que quer providências na elucidação deste caso que vem intrigando a opinião pública do estado do Piauí. No entanto, é preciso que as autoridades tenham equilíbrio e prudência em suas ações para que a sociedade não fique, em vez de satisfeita, mais confusa e contestando as instituições”, avalia Sigifroi.
Para Moreno, não é atacando a advocacia ou advogados em particular que o Ministério Público vai indicar uma solução plausível para o caso. “Esse é o momento de conjugação de esforços institucionais para o desvendamento dos fatos. Não o de ataque a pessoas ou a instituições”, alertou o presidente.
Sigifroi reforça, contudo, que confia no trabalho dos promotores e que espera que, dentro em breve, a sociedade piauiense tenha as respostas satisfatórias para todas as indagações que cercam o caso, com a punição dos possíveis culpados, caso as investigações os apontem. E ressalta: a OAB-PI estará vigilante neste sentido.
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