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Piauí terá mais R$ 927 milhões para investir em programas de desenvolvimento sustentável

A autorização se deu com a assinatura de termo de entendimento para a ampliação de crédito fiscal, que faz parte do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal dos estados para o pe

O Governo Federal autorizou nesta quinta-feira (27) o estado do Piauí a tomar empréstimo no valor de R$ 927 milhões para implementar os programas de Desenvolvimento Sustentável e Pro-Saneamento. Para o governador Wilson Martins, sem os recursos oriundos deste programa de ajuste fiscal, os estados não teriam capacidade de investimento em programas sociais e estruturantes. “Agora, podemos contratar operações de crédito a juros baixos e investir na consolidação de arranjos produtivos locais", avaliou o governador após encontro com a presidenta Dilma nesta quinta-feira em Brasília.
Imagem: Roberto Stuckert Filho/PRClique para ampliarPresidenta Dilma Rousseff durante assinatura de termo de entendimento para ampliação de crédito fiscal do Piauí(Imagem:Roberto Stuckert Filho/PR)Presidenta Dilma Rousseff durante assinatura de termo de entendimento para ampliação de crédito fiscal do Piauí

A autorização se deu com a assinatura de termo de entendimento para a ampliação de crédito fiscal, que faz parte do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal dos estados para o período 2011-2013. Nesse primeiro momento, dez estados terão ampliação de crédito para investimentos - Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rondônia e Sergipe - num total de R$ 15.705.323.

A autorização para os novos investimentos foi propiciada pela melhoria fiscal dos estados beneficiados, o que abriu espaço para a contratação de novos empréstimos com o BNDES, CEF, Banco Mundial (BIRD), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), entre outros, sem problema para as contas públicas.

A medida, além de trazer benefícios diretos às populações locais, beneficiadas pelos investimentos, também contribui para o esforço nacional de sustentação do crescimento num momento de crise internacional que compromete a atividade econômica dos países mais desenvolvidos.

Este grupo de estados é o primeiro a ser beneficiado com a medida, por estarem com os processos mais adiantados. Pleitos de outros governos já estão sob análise, e serão incluídos futuramente em outros termos de entendimento.

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