Os delegados de Polícia Civil do Piauí se reuniram na manhã desta segunda-feira (31) para avaliar o resultado das investigações do Caso Fernanda Lages, morta em agosto desse ano em uma obra em construção na zona leste de Teresina.
Para Sebastião Alencar, presidente do Sindepol – Sindicato dos Delegados de Polícia Civil, a categoria vem sendo massacrada após a entrega da conclusão do inquérito presidida por delegados da CICO, uma das delegacias especializadas da corporação piauiense.
“A categoria entende que a condução das investigações do Caso Fernanda Lages, foram prejudicadas pela falta de estrutura da polícia civil que sofre com a falta de investimentos em tecnologia e aperfeiçoamento de pessoal”, disse Sebastião Alencar.
O delegado afirma ainda que a categoria já apresentou as demandas da Polícia Civil do Estado para o Governador Wilson Martins desde a época da campanha eleitoral ‘mas os avanços são poucos ou quase nulos’, completou o delegado.
Depois de episódios que comprovaram a falta de estrutura da Polícia Civil do Piauí, como envio de exames a serem periciados em estados como Paraíba e Brasília, os delegados do polícia civil do Piauí cobram da Secretaria Estadual de Segurança providências urgentes para reestruturar a Polícia Civil do Piauí.
Sebastião Alencar considera que a atual imagem fragilizada da polícia civil é apenas ‘a gota d’agua de uma série de problemas que a instituição enfrenta ao longo dos anos” e afirma ainda que “essa falta de estrutura coloca em cheque a qualidade dos serviços da categoria. A sociedade piauiense precisa saber da realidade precária na qual trabalha a polícia civil, mas que ainda assim cumpre sua função nas investigações dos casos policiais no Estado”, pontuou Sebastião Alencar
Para Sebastião Alencar, presidente do Sindepol – Sindicato dos Delegados de Polícia Civil, a categoria vem sendo massacrada após a entrega da conclusão do inquérito presidida por delegados da CICO, uma das delegacias especializadas da corporação piauiense.
Imagem: Reprodução
Sebastião Alencar
Sebastião Alencar“A categoria entende que a condução das investigações do Caso Fernanda Lages, foram prejudicadas pela falta de estrutura da polícia civil que sofre com a falta de investimentos em tecnologia e aperfeiçoamento de pessoal”, disse Sebastião Alencar.
O delegado afirma ainda que a categoria já apresentou as demandas da Polícia Civil do Estado para o Governador Wilson Martins desde a época da campanha eleitoral ‘mas os avanços são poucos ou quase nulos’, completou o delegado.
Depois de episódios que comprovaram a falta de estrutura da Polícia Civil do Piauí, como envio de exames a serem periciados em estados como Paraíba e Brasília, os delegados do polícia civil do Piauí cobram da Secretaria Estadual de Segurança providências urgentes para reestruturar a Polícia Civil do Piauí.
Sebastião Alencar considera que a atual imagem fragilizada da polícia civil é apenas ‘a gota d’agua de uma série de problemas que a instituição enfrenta ao longo dos anos” e afirma ainda que “essa falta de estrutura coloca em cheque a qualidade dos serviços da categoria. A sociedade piauiense precisa saber da realidade precária na qual trabalha a polícia civil, mas que ainda assim cumpre sua função nas investigações dos casos policiais no Estado”, pontuou Sebastião Alencar
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