Fiscais do Instituto de Metrologia do Piauí (Imepi) farão a verificação de blocos cerâmicos (tijolos) em lojas de material de construção, depósitos e olarias de Teresina, no período de 06 a 21 de outubro. A ação é uma continuação da Operação Construção Civil, realizada em junho deste ano.
“Na primeira etapa da Operação Construção Civil, foram fiscalizados diversos materiais de construção. Dessa vez, o setor de Pré-medidos vai verificar somente tijolos, observando itens regulamentados pela Portaria 016/2011 do Inmetro", afirmou a metrologista Mayra Suely. Os blocos cerâmicos devem possuir as indicações de largura, altura e comprimento gravadas no próprio corpo do produto, bem como a logomarca do fabricante.
Durante a operação, os fiscais poderão coletar amostras nos estabelecimentos comerciais visitados, para que os exames periciais sejam realizados nos laboratórios do ImepiInmetro. Já no caso das fábricas (olarias) a coleta é opcional, visto que o exame pode ser realizado no local.
As amostras que não apresentam conformidade com o padrão do Inmetro indicam falha no controle de fabricação do produto, bem como no controle de saída dos lotes das fábricas. De acordo com Mayra, “o resultado disso são tijolos comercializados sem padronização, que podem causar problemas nas futuras construções, em função da diferença de tamanho entre eles”.
Em caso de irregularidade, os fabricantes podem ser penalizados com multa, que varia de 1 a 50 salários mínimos.
“Na primeira etapa da Operação Construção Civil, foram fiscalizados diversos materiais de construção. Dessa vez, o setor de Pré-medidos vai verificar somente tijolos, observando itens regulamentados pela Portaria 016/2011 do Inmetro", afirmou a metrologista Mayra Suely. Os blocos cerâmicos devem possuir as indicações de largura, altura e comprimento gravadas no próprio corpo do produto, bem como a logomarca do fabricante.
Durante a operação, os fiscais poderão coletar amostras nos estabelecimentos comerciais visitados, para que os exames periciais sejam realizados nos laboratórios do ImepiInmetro. Já no caso das fábricas (olarias) a coleta é opcional, visto que o exame pode ser realizado no local.
As amostras que não apresentam conformidade com o padrão do Inmetro indicam falha no controle de fabricação do produto, bem como no controle de saída dos lotes das fábricas. De acordo com Mayra, “o resultado disso são tijolos comercializados sem padronização, que podem causar problemas nas futuras construções, em função da diferença de tamanho entre eles”.
Em caso de irregularidade, os fabricantes podem ser penalizados com multa, que varia de 1 a 50 salários mínimos.
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