Apesar de comemorar a melhora nos índices da educação do Piauí, as autoridades do Estado planejam novas ações para a melhoria na qualidade e no acesso, principalmente para a população mais carente. O programa Mais Viver, versão estadual do Brasil sem Miséria, vem se somar a outros programas da Secretaria da Educação na busca desse objetivo.
Divulgado nesta quarta-feira (16), o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou queda de 7,6 pontos percentuais na taxa de analfabetismo no Piauí, entre a população com 15 anos. De acordo com os novos dados, o número caiu de 30,5% para 22,9% nos últimos dez anos. Um avanço para a educação no Estado.
“Vamos continuar trabalhando para que nos próximos anos esse percentual diminua cada vez mais. Nosso trabalho é por uma melhor qualidade da educação no nosso Estado”, disse o secretário da Educação e Cultura, Átila Lira.
Outro dado positivo do Censo mostra o empenho do poder público na cobertura escolar para educação infantil. Com um índice de 35,9 alunos matriculados em escola ou creche na rede municipal e estadual para cada 100 crianças, de 0 a 5 anos de idade, o Piauí é o quarto estado da Federação em cobertura escolar pública para essa faixa etária, superando a média brasileira que é de 29,3.
“Temos uma atenção especial para educação infantil, no apoio técnico aos municípios”, relata Marta Freitas, diretora da Unidade de Ensino Aprendizagem da Seduc. “Além de programas como o Alfa e Beto e o Palavra de Criança (Unicef), recebemos determinação do governador Wilson Martins, e do secretário da Educação, Átila Lira, para dedicarmos uma ação específica no programa Mais Viver para combater o analfabetismo. Faremos isso inicialmente nos 30 municípios com maior índice, em parceria com a Universidade Federal do Piauí”, frisou a diretora.
Novos programas, cobrança na eficácia dos que já existem, novas escolas e qualificação dos professores são ações que reduzem os índices negativos da educação do Piauí, além de pôr o Estado entre os líderes em diversos aspectos educacionais no Brasil.
Divulgado nesta quarta-feira (16), o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou queda de 7,6 pontos percentuais na taxa de analfabetismo no Piauí, entre a população com 15 anos. De acordo com os novos dados, o número caiu de 30,5% para 22,9% nos últimos dez anos. Um avanço para a educação no Estado.
“Vamos continuar trabalhando para que nos próximos anos esse percentual diminua cada vez mais. Nosso trabalho é por uma melhor qualidade da educação no nosso Estado”, disse o secretário da Educação e Cultura, Átila Lira.
Outro dado positivo do Censo mostra o empenho do poder público na cobertura escolar para educação infantil. Com um índice de 35,9 alunos matriculados em escola ou creche na rede municipal e estadual para cada 100 crianças, de 0 a 5 anos de idade, o Piauí é o quarto estado da Federação em cobertura escolar pública para essa faixa etária, superando a média brasileira que é de 29,3.
“Temos uma atenção especial para educação infantil, no apoio técnico aos municípios”, relata Marta Freitas, diretora da Unidade de Ensino Aprendizagem da Seduc. “Além de programas como o Alfa e Beto e o Palavra de Criança (Unicef), recebemos determinação do governador Wilson Martins, e do secretário da Educação, Átila Lira, para dedicarmos uma ação específica no programa Mais Viver para combater o analfabetismo. Faremos isso inicialmente nos 30 municípios com maior índice, em parceria com a Universidade Federal do Piauí”, frisou a diretora.
Novos programas, cobrança na eficácia dos que já existem, novas escolas e qualificação dos professores são ações que reduzem os índices negativos da educação do Piauí, além de pôr o Estado entre os líderes em diversos aspectos educacionais no Brasil.
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