O líder comunitário, Zé da Cruz, em entrevista ao portal GP1 falou como a Prefeitura de Teresina e o Governo do Estado têm se colocado com relação às ocupações acontecidas em Teresina nos últimos anos. Segundo ele, a prefeitura e o governo tratam essas questões como se fosse algo criminoso.
“Em vez de a prefeitura e o governo do estado se situar e dar uma resposta para a sociedade, eles fazem é vista grossa e desqualificam as lideranças que estão à frente”, disse o líder comunitário.
Zé da Cruz reivindica uma política habitacional e defende a criação de uma secretaria do município para cuidar de assuntos referentes à regularização, já que a cada dia que passa o número de déficit habitacional aumenta os loteamentos irregulares.
“A prefeitura e o Governo do Estado tratam essas questões como se fosse uma coisa de pessoas que não têm o que fazer. Isso é uma questão social. Essa comoção só está acontecendo porque não existe uma política habitacional. A cada dia mais que se desenvolve, cresce mais o déficit habitacional”, explicou Zé da Cruz.
Segundo ele a grande maioria dos conjuntos habitacionais são feitos em locais distantes, de difícil acesso, onde as pessoas são “arrancadas de onde nasceram, moraram e são jogadas a quilômetros de distância” sem as mínimas condições básicas. Zé da Cruz defende que os órgãos responsáveis, deveriam levar em conta onde as pessoas residem.
“Não tem um saneamento básico de qualidade e transporte coletivo que é muito difícil. A questão da fome, da dificuldade de água, de energia, da locomoção dessas pessoas que passam por situações muito difíceis. Temos um contingente muito grande de mães de família, mãe solteiras, idosos, crianças que residem nesses locais, acredito eu, que se elas tivessem para onde ir, ou de fato um local onde morar, elas não estariam ali passando por todo tipo de sofrimento. Quem mora nessas ocupações de terras sabem de todo o sofrimento, desde a necessidade fisiológica até de tomar um banho”, disse o líder comunitário.
Zé da Cruz finalizou dizendo que a Prefeitura e o Governo do estado, precisam fazer um levantamento de quantas pessoas têm em cada conjunto habitacional: “Eles precisam colocar as secretarias e assistes sociais para trabalharem. A cada dia que passa o numero de déficit habitacional aumenta. Se não for feito algo a tendência é com certeza ter um tisunami de ocupações de terra. Mas vemos interesse de negociação”.
“Em vez de a prefeitura e o governo do estado se situar e dar uma resposta para a sociedade, eles fazem é vista grossa e desqualificam as lideranças que estão à frente”, disse o líder comunitário.
Imagem: Foto: GP1
Zé da Cruz
Zé da CruzZé da Cruz reivindica uma política habitacional e defende a criação de uma secretaria do município para cuidar de assuntos referentes à regularização, já que a cada dia que passa o número de déficit habitacional aumenta os loteamentos irregulares.
“A prefeitura e o Governo do Estado tratam essas questões como se fosse uma coisa de pessoas que não têm o que fazer. Isso é uma questão social. Essa comoção só está acontecendo porque não existe uma política habitacional. A cada dia mais que se desenvolve, cresce mais o déficit habitacional”, explicou Zé da Cruz.
Segundo ele a grande maioria dos conjuntos habitacionais são feitos em locais distantes, de difícil acesso, onde as pessoas são “arrancadas de onde nasceram, moraram e são jogadas a quilômetros de distância” sem as mínimas condições básicas. Zé da Cruz defende que os órgãos responsáveis, deveriam levar em conta onde as pessoas residem.
“Não tem um saneamento básico de qualidade e transporte coletivo que é muito difícil. A questão da fome, da dificuldade de água, de energia, da locomoção dessas pessoas que passam por situações muito difíceis. Temos um contingente muito grande de mães de família, mãe solteiras, idosos, crianças que residem nesses locais, acredito eu, que se elas tivessem para onde ir, ou de fato um local onde morar, elas não estariam ali passando por todo tipo de sofrimento. Quem mora nessas ocupações de terras sabem de todo o sofrimento, desde a necessidade fisiológica até de tomar um banho”, disse o líder comunitário.
Zé da Cruz finalizou dizendo que a Prefeitura e o Governo do estado, precisam fazer um levantamento de quantas pessoas têm em cada conjunto habitacional: “Eles precisam colocar as secretarias e assistes sociais para trabalharem. A cada dia que passa o numero de déficit habitacional aumenta. Se não for feito algo a tendência é com certeza ter um tisunami de ocupações de terra. Mas vemos interesse de negociação”.
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