No dia 07 de outubro deste ano, o Tribunal de Justiça do Piauí, determinou de forma unânime, que o governo do Estado do Piauí, nomeasse os 40 delegados concursados em público e aprovados em curso de formação.
Segundo o mandato de segurança impetrado pelos candidatos que aguardam a nomeação, o déficit de delegados no Piauí chega 20 comarcas sem profissionais de carreira. Estima-se, ainda, que há profissionais acumulando até 15 comarcas.
No entanto, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) entrou com recursos no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a suspensão do acórdão do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ). A procuradoria alega que o concurso ainda está na validade e defende a convocação escalonada.
Para Sebastião Alencar, presidente do Sindepol – Sindicato dos Delegados de Polícia Civil, déficit de delegados no Piauí é tão grande, que mesmo ocorrendo a nomeação de todos eles, ainda as comarcas permanecerão sem um delegado de polícia.
“É lamentável a situação, porque há uma carência grande no interior do Estado do Piauí. O que a gente cobra do governador e tenho reiterado isso, é um posicionamento. Se o governo está em crise e têm dificuldades financeiras de chamas todos esses concursados de uma vez, que houvesse pelo menos uma programação para chamar palatinamente. A gente cobra que o governo apresentasse pelo menos um cronograma”, disse o presidente do sindicato ao GP1.
O Estado do Piauí resiste em nomear estes candidatos em um momento em que a Polícia Civil atravessa uma de suas piores crises. Segundo o presidente do Sindicato dos Delegados, hoje existe um crise na polícia civil do Piauí e ainda mesmo com as nomeações cada delegado vai continuar respondendo por várias delegacias.
“Precisamos trazer novos delegados para atender as demandas que são enormes, principalmente no interior do Estado que é imensa. Até mesmo em Teresina, já que no próximo ano, vamos precisar de mais delegados, já que muitos entraram com o processo de aposentadoria. Dos 223 municípios piauienses, apenas 51 delegados são lotados no interior, considerando que um município tem 4 a 5 delegados. Então a carência é imensa”, disse Sebastião Alenca.
Segundo o mandato de segurança impetrado pelos candidatos que aguardam a nomeação, o déficit de delegados no Piauí chega 20 comarcas sem profissionais de carreira. Estima-se, ainda, que há profissionais acumulando até 15 comarcas.
No entanto, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) entrou com recursos no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a suspensão do acórdão do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ). A procuradoria alega que o concurso ainda está na validade e defende a convocação escalonada.
Imagem: GP1
Delegado Sebastião Alencar
Delegado Sebastião AlencarPara Sebastião Alencar, presidente do Sindepol – Sindicato dos Delegados de Polícia Civil, déficit de delegados no Piauí é tão grande, que mesmo ocorrendo a nomeação de todos eles, ainda as comarcas permanecerão sem um delegado de polícia.
“É lamentável a situação, porque há uma carência grande no interior do Estado do Piauí. O que a gente cobra do governador e tenho reiterado isso, é um posicionamento. Se o governo está em crise e têm dificuldades financeiras de chamas todos esses concursados de uma vez, que houvesse pelo menos uma programação para chamar palatinamente. A gente cobra que o governo apresentasse pelo menos um cronograma”, disse o presidente do sindicato ao GP1.
O Estado do Piauí resiste em nomear estes candidatos em um momento em que a Polícia Civil atravessa uma de suas piores crises. Segundo o presidente do Sindicato dos Delegados, hoje existe um crise na polícia civil do Piauí e ainda mesmo com as nomeações cada delegado vai continuar respondendo por várias delegacias.
“Precisamos trazer novos delegados para atender as demandas que são enormes, principalmente no interior do Estado que é imensa. Até mesmo em Teresina, já que no próximo ano, vamos precisar de mais delegados, já que muitos entraram com o processo de aposentadoria. Dos 223 municípios piauienses, apenas 51 delegados são lotados no interior, considerando que um município tem 4 a 5 delegados. Então a carência é imensa”, disse Sebastião Alenca.
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