A ausência de grandes indústrias no Piauí reflete diretamente no desenvolvimento estadual. Porém, havemos de convir, que existem esforços conjuntos por parte do atual governo e da direção da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI), no sentido de reverter essa
situação, que ao longo dos anos persegue esse Estado rico e fabuloso.
Anteriormente, apenas os governantes locais ocupantes do Palácio de Karnak tomavam iniciativas para trazer grandes empreendedores para o Piauí, através de incentivos fiscais que, apesar de serem um atrativo, são sempre barrados por falta de estruturas condizentes para a instalação de indústrias de grande porte, tais como energia, estradas pavimentadas, portos, aeroportos. Enfim, uma série de fatores que contribuem para o escoamento das produções dos grandes segmentos produtivos nacionais.
Recentemente, o presidente da FIEPI, Zé Filho, esteve participando do 6º Encontro Nacional da Indústria (ENAI), evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e que reúne grandes empresários de diversos segmentos produtivos da indústria nacional, onde são
debatidos temas sobre o crescimento do país.
Na ocasião, Zé Filho repassou ao presidente da CNI, Robson Braga, informações sobre a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Parnaíba e outros projetos como o porto e exploração de energia eólica.
Zé Filho disse que o Piauí precisa ser incluído em amplos projetos que possam alavancar o setor da indústria, pois o país só será de fato desenvolvido quando todos os estados alcançarem as mesmas condições de desenvolvimento.
Zé Filho ressaltou ainda que para o Piauí o ENAI tem que servir como o divisor de águas como motivador para os diversos setores com representatividade junto à FIEPI. “Acredito que a nossa delegação com nove presidentes de sindicatos saiu motivada e com a certeza de que não podemos mais esperar, temos que escrever um novo capitulo na história da indústria do Piauí”.
O Piauí precisa ser visto lá fora e esse esforço o governador Wilson Martins vem empreendendo desde quando assumiu o comando do governo, através da sua própria participação ou de representantes do Estado em eventos ou rodadas de negócios em níveis local, nacional e internacional. Por isso, alguns setores das potencialidades piauienses
já estão sendo explorados.
No setor de mineração, a Vale do Rio Doce já se encontra em operação no município de Capitão Gervásio Oliveira, onde foi encontrada a segunda maior reserva de níquel dopais, e que serve de pesquisa para verificar a viabilidade de exploração de petróleo e gás natural ao longo do Rio Parnaíba, provavelmente em Floriano.
No tocante à industrialização, ressalta-se a multinacional Bunge, instalada em Uruçuí, para exploração da soja, e da empresa de cimento Nassau, em Fronteiras, onde se obtém matéria-prima para sua produção.
Portanto, o Piauí precisa tirar lucro daquilo que possui para aliviar os cofres estaduais, já que o Estado é o maior empregador, por conseguinte diminuir o peso do setor estatal na formação da renda.
situação, que ao longo dos anos persegue esse Estado rico e fabuloso.
Anteriormente, apenas os governantes locais ocupantes do Palácio de Karnak tomavam iniciativas para trazer grandes empreendedores para o Piauí, através de incentivos fiscais que, apesar de serem um atrativo, são sempre barrados por falta de estruturas condizentes para a instalação de indústrias de grande porte, tais como energia, estradas pavimentadas, portos, aeroportos. Enfim, uma série de fatores que contribuem para o escoamento das produções dos grandes segmentos produtivos nacionais.
Recentemente, o presidente da FIEPI, Zé Filho, esteve participando do 6º Encontro Nacional da Indústria (ENAI), evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e que reúne grandes empresários de diversos segmentos produtivos da indústria nacional, onde são
debatidos temas sobre o crescimento do país.
Na ocasião, Zé Filho repassou ao presidente da CNI, Robson Braga, informações sobre a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Parnaíba e outros projetos como o porto e exploração de energia eólica.
Zé Filho disse que o Piauí precisa ser incluído em amplos projetos que possam alavancar o setor da indústria, pois o país só será de fato desenvolvido quando todos os estados alcançarem as mesmas condições de desenvolvimento.
Zé Filho ressaltou ainda que para o Piauí o ENAI tem que servir como o divisor de águas como motivador para os diversos setores com representatividade junto à FIEPI. “Acredito que a nossa delegação com nove presidentes de sindicatos saiu motivada e com a certeza de que não podemos mais esperar, temos que escrever um novo capitulo na história da indústria do Piauí”.
O Piauí precisa ser visto lá fora e esse esforço o governador Wilson Martins vem empreendendo desde quando assumiu o comando do governo, através da sua própria participação ou de representantes do Estado em eventos ou rodadas de negócios em níveis local, nacional e internacional. Por isso, alguns setores das potencialidades piauienses
já estão sendo explorados.
No setor de mineração, a Vale do Rio Doce já se encontra em operação no município de Capitão Gervásio Oliveira, onde foi encontrada a segunda maior reserva de níquel dopais, e que serve de pesquisa para verificar a viabilidade de exploração de petróleo e gás natural ao longo do Rio Parnaíba, provavelmente em Floriano.
No tocante à industrialização, ressalta-se a multinacional Bunge, instalada em Uruçuí, para exploração da soja, e da empresa de cimento Nassau, em Fronteiras, onde se obtém matéria-prima para sua produção.
Portanto, o Piauí precisa tirar lucro daquilo que possui para aliviar os cofres estaduais, já que o Estado é o maior empregador, por conseguinte diminuir o peso do setor estatal na formação da renda.
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