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Hospital do Mocambinho tem longa lista de espera para atender dependentes químicos

Para dar entrada com este tipo de serviço, Jesus diz que os pacientes precisam passar pelo Hospital Areolino de Abreu.

O Hospital do Mocambinho mantém dez leitos para tratamento de dependentes químicos. Segundo a assistente social Jesus Alves, a demanda é grande e há uma lista de espera de mais de 20 pessoas.

Para dar entrada com este tipo de serviço, Jesus diz que os pacientes precisam passar pelo Hospital Areolino de Abreu, e serem encaminhados pelo psiquiatra. Mas, fora os casos de pacientes encaminhados, ela informa que a demanda espontânea é grande, pois a toda hora chega uma mãe à procura de um tratamento para o filho.

O trabalho de desintoxicação, segundo a assistente social, é relativo de paciente para paciente e depende de quanto tempo e da quantidade de consumo de droga. A média é de 15 dias de internação para desintoxicação e o paciente tem que estar com acompanhante.

Segundo Jesus, a abstinência os sintomas são muitos fortes e o apoio de um membro da família é essencial. “A pessoa que acompanha o paciente tanto vai dar apoio e incentivo ao paciente quanto auxilia e colabora com os profissionais”, diz.

Jesus esclarece ainda que após o período de internação no hospital, a família e o paciente são orientados a prosseguir o tratamento ambulatorial e CAPs AD.

O Hospital do Mocambinho tem grupos de psicólogos, enfermagem, serviço social e terapia ocupacional no atendimento aos dependentes químicos e às famílias.

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