Grandes especialistas, tanto da Universidade Estadual do Maranhão, como foi o caso do professor Dr. José Milton Barbosa, engenheiro de pesca, que tem experiência na área de Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca, com ênfase em ictiologia aplicada e aquicultura: alimentação, crescimento e comportamento social de peixes, quanto os que compõe o quadro de pesquisadores da Universidade Federal do Piauí e Federal de Alagoas, manifestaram-se a respeito da solução encontrada para o controle biológico da proliferação de piranhas, que foi de alimentá-las.
A professora Profa. Janaína de Araújo Sousa Santiago, manifestou-se da seguinte maneira:
“Na minha opinião, não se faz controle biológico para crescimento de população de qualquer espécie de peixe com a inserção de alimento. Pessoalmente, sou mais favorável à introdução de predadores da espécie, com a posterior proibição da pesca no balneário, para evitar a captura dos espécimes introduzidos.
Outro fato que me preocupa, foi que durante a realização de um estudo sobre composição do conteúdo estomacal destes organismos na Lagoa do Portinho, encontramos, além de restos animais de aquáticos, pedaços de carne bovina, o qual confirmamos serem originados de "iscas" utilizadas por pescadores na região litorânea da lagoa. Ou seja, deve ser realizado um amplo estudo sobre a ecologia e comportamento destas espécies buscando sobretudo responder estas questões: os ataques a banhistas são ocasionados por defesa de território? falta de alimento? Observa-se que a espécie de macrófita aquática existente ali na região litorânea funciona como abrigo para construção de ninhos”.
O professor pesquisador Leonardo Teixeira de Sales, da Universidade Federal de Alagoas, que tem experiência na área de Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca com ênfase em exploração pesqueira enviou ao Proparnaiba um trabalho do qual faz parte junto a mais dois estudiosos da área, que mostra a mesma linha das orientações do professor Dr. José Milton Barbosa.
Confira um trecho do trabalho:
“Caso seja comprovada a superpopulação de piranhas, seu controle pode ser efetivado com a introdução de predadores. Sugere-se peixamento com tucunaré que tem sido uma solução a médio e longo prazos para reservatórios do Nordeste do Brasil. Pescarias com redes de emalhar podem ser incentivadas para reduzir a predominância de piranhas”.
É possível salientar que, diante da experiência e opinião de vários pesquisadores renomados no âmbito da Engenharia de Pesca, a respeito do controle biológico da proliferação de piranhas, todos foram categóricos em dizer que a decisão de introduzirem espécies para a alimentação das piranhas é equivocada e só aumentará o problema já existente no local.Com informações do Pro Parnaíba.
A professora Profa. Janaína de Araújo Sousa Santiago, manifestou-se da seguinte maneira:
“Na minha opinião, não se faz controle biológico para crescimento de população de qualquer espécie de peixe com a inserção de alimento. Pessoalmente, sou mais favorável à introdução de predadores da espécie, com a posterior proibição da pesca no balneário, para evitar a captura dos espécimes introduzidos.
Outro fato que me preocupa, foi que durante a realização de um estudo sobre composição do conteúdo estomacal destes organismos na Lagoa do Portinho, encontramos, além de restos animais de aquáticos, pedaços de carne bovina, o qual confirmamos serem originados de "iscas" utilizadas por pescadores na região litorânea da lagoa. Ou seja, deve ser realizado um amplo estudo sobre a ecologia e comportamento destas espécies buscando sobretudo responder estas questões: os ataques a banhistas são ocasionados por defesa de território? falta de alimento? Observa-se que a espécie de macrófita aquática existente ali na região litorânea funciona como abrigo para construção de ninhos”.
O professor pesquisador Leonardo Teixeira de Sales, da Universidade Federal de Alagoas, que tem experiência na área de Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca com ênfase em exploração pesqueira enviou ao Proparnaiba um trabalho do qual faz parte junto a mais dois estudiosos da área, que mostra a mesma linha das orientações do professor Dr. José Milton Barbosa.
Confira um trecho do trabalho:
“Caso seja comprovada a superpopulação de piranhas, seu controle pode ser efetivado com a introdução de predadores. Sugere-se peixamento com tucunaré que tem sido uma solução a médio e longo prazos para reservatórios do Nordeste do Brasil. Pescarias com redes de emalhar podem ser incentivadas para reduzir a predominância de piranhas”.
É possível salientar que, diante da experiência e opinião de vários pesquisadores renomados no âmbito da Engenharia de Pesca, a respeito do controle biológico da proliferação de piranhas, todos foram categóricos em dizer que a decisão de introduzirem espécies para a alimentação das piranhas é equivocada e só aumentará o problema já existente no local.Com informações do Pro Parnaíba.
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