O Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes é lembrado nesta quarta-feira (18), em todo o Brasil. A data foi escolhida como símbolo da luta pelos direitos de crianças e adolescentes em lembrança ao sequestro de uma menina de 8 anos, em 1973, no Espírito Santo. O corpo da criança foi encontrado seis dias depois, desfigurado e com sinais de abuso sexual. Os responsáveis pelo crime nunca foram condenados.
“Os crimes contra crianças e adolescentes geralmente são seguidos de violência, um trauma que a pessoa leva para toda a vida, é preciso um trabalho rigoroso para curar a criança desta sequela”, explica a psicóloga Samara Lopes.
No Piauí, o dia é de reflexão e de reforço dos trabalhos de combate à exploração nos municípios. As cidades de Floriano, Luís Correia, Marcolândia, Parnaíba, São João da Fronteira e União foram escolhidas pela Secretaria da Assistência Social e Cidadania (Sasc) para a execução do Projeto Flor de Cacto que tem como objetivo a execução de planos de enfrentamento à exploração sexual infantil.
“Vamos acompanhar esses municípios até dezembro. Mensalmente equipes de técnicos serão enviadas para organizar reuniões, fóruns e visitas às escolas. A ideia é identificar as vitimas e fazer um trabalho de socialização, além de punir os agressores”, explica Núbia Caldas, diretora de Proteção Social Especial da Sasc.
Dados da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Humano (SDH) mostram que em 2010 foram registrados 12,5 mil casos de violência sexual infanto-juvenil. Em 2011, no primeiro trimestre, já foram registrados mais de 4 mil casos. Os dados apontam que 78% das vítimas são do sexo feminino.
“Os crimes contra crianças e adolescentes geralmente são seguidos de violência, um trauma que a pessoa leva para toda a vida, é preciso um trabalho rigoroso para curar a criança desta sequela”, explica a psicóloga Samara Lopes.
No Piauí, o dia é de reflexão e de reforço dos trabalhos de combate à exploração nos municípios. As cidades de Floriano, Luís Correia, Marcolândia, Parnaíba, São João da Fronteira e União foram escolhidas pela Secretaria da Assistência Social e Cidadania (Sasc) para a execução do Projeto Flor de Cacto que tem como objetivo a execução de planos de enfrentamento à exploração sexual infantil.
“Vamos acompanhar esses municípios até dezembro. Mensalmente equipes de técnicos serão enviadas para organizar reuniões, fóruns e visitas às escolas. A ideia é identificar as vitimas e fazer um trabalho de socialização, além de punir os agressores”, explica Núbia Caldas, diretora de Proteção Social Especial da Sasc.
Dados da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Humano (SDH) mostram que em 2010 foram registrados 12,5 mil casos de violência sexual infanto-juvenil. Em 2011, no primeiro trimestre, já foram registrados mais de 4 mil casos. Os dados apontam que 78% das vítimas são do sexo feminino.
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