Após reunião entre o promotor de Justiça, Fernando Santos e membros da Companhia Metropolitana de Transportes Públicos, hoje (18), na sede da Procuradoria Geral de Justiça, ficou acertado que os serviços do metrô serão paralisados de sexta-feira (20) a domingo (22). Durante os três dias, engenheiros do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) irão vistoriar a estrutura da linha férrea da capital e avaliar se o metrô pode voltar a funcionar sem oferecer riscos à população.
De acordo com o promotor Fernando Santos, a paralisação é necessária para que o sistema ferroviário de Teresina seja inspecionado com qualidade e os usuários voltem a confiar no serviço. “Entendemos que o metrô de Teresina é muito importante para o deslocamento das pessoas, principalmente da zona Sudeste ao Centro e vice-versa. O acordo feito hoje evita que entremos com uma ação judicial contra a Companhia Metropolitana, uma vez que nossa proposta foi aceita e, de sexta a domingo, profissionais qualificados do CREA irão verificar a qualidade do transporte e determinar se o serviço terá continuidade”, disse.
O presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Públicos, Marcos Silva, afirmou que o metrô atende 12 mil pessoas diariamente e, em 21 anos de funcionamento, foram detectados sete descarrilamentos. “Três descarrilamentos aconteceram no último mês. Nossos técnicos estão finalizando um relatório com as justificativas dos dois primeiros. No entanto, o último descarrilamento foi causado por sabotagem. Temos provas e testemunha que comprovam que o ato foi de má fé”, disse.
O promotor Fernando Santos recebeu uma cópia do Boletim de Ocorrência registrado no 8º Distrito Policial pela Companhia Metropolitana denunciando a possível sabotagem. Segundo o diretor administrativo da Companhia, Antônio Sobral, nos 15 Km de linha férrea que cortam Teresina, há dois pontos que merecem atenção e podem provocar acidentes: nas curvas horizontais e nos aparelhos de mudança, onde duas linhas se cruzam. “Nesses locais estabelecemos limites de velocidade para evitar problemas”, frisou.
A reunião foi acompanhada pelo presidente do Sindicato dos Metroviários, Daniel Nascimento, o maquinista Carlos Santos, pelo diretor da Companhia Metropolitana, Antônio Marques e advogado Marcos Antônio de Araújo.
Imagem: Divulgação/GP1
Reunião entre o Promotor Fernando Santos membros da Companhia Metropolitana de Transportes Públicos
Reunião entre o Promotor Fernando Santos membros da Companhia Metropolitana de Transportes PúblicosDe acordo com o promotor Fernando Santos, a paralisação é necessária para que o sistema ferroviário de Teresina seja inspecionado com qualidade e os usuários voltem a confiar no serviço. “Entendemos que o metrô de Teresina é muito importante para o deslocamento das pessoas, principalmente da zona Sudeste ao Centro e vice-versa. O acordo feito hoje evita que entremos com uma ação judicial contra a Companhia Metropolitana, uma vez que nossa proposta foi aceita e, de sexta a domingo, profissionais qualificados do CREA irão verificar a qualidade do transporte e determinar se o serviço terá continuidade”, disse.
O presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Públicos, Marcos Silva, afirmou que o metrô atende 12 mil pessoas diariamente e, em 21 anos de funcionamento, foram detectados sete descarrilamentos. “Três descarrilamentos aconteceram no último mês. Nossos técnicos estão finalizando um relatório com as justificativas dos dois primeiros. No entanto, o último descarrilamento foi causado por sabotagem. Temos provas e testemunha que comprovam que o ato foi de má fé”, disse.
O promotor Fernando Santos recebeu uma cópia do Boletim de Ocorrência registrado no 8º Distrito Policial pela Companhia Metropolitana denunciando a possível sabotagem. Segundo o diretor administrativo da Companhia, Antônio Sobral, nos 15 Km de linha férrea que cortam Teresina, há dois pontos que merecem atenção e podem provocar acidentes: nas curvas horizontais e nos aparelhos de mudança, onde duas linhas se cruzam. “Nesses locais estabelecemos limites de velocidade para evitar problemas”, frisou.
A reunião foi acompanhada pelo presidente do Sindicato dos Metroviários, Daniel Nascimento, o maquinista Carlos Santos, pelo diretor da Companhia Metropolitana, Antônio Marques e advogado Marcos Antônio de Araújo.
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